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Queda de Cabelo: Até que ponto é normal?
17.04.2024
Dr. Sergio Luiz Camara Lopes Jr.
Queda de cabelo: Até que ponto é considerada normal? Você já se pegou olhando no espelho, preocupado (a) com a quantidade de cabelos que fica na escova ou no chão do banheiro? A queda de cabelo é uma preocupação muito comum, mas até que ponto ela é considerada normal? Neste artigo, vamos entender quando é hora de procurar ajuda, quais as causas e os tratamentos disponíveis. Os Sinais Silenciosos A queda de cabelo pode começar de forma sutil, muitas vezes passando despercebida. Você pode notar alguns fios a mais na escova, mas será que é algo para se preocupar? Atenção aos sinais silenciosos que seu corpo envia. A quantidade normal de cabelos que uma pessoa pode perder diariamente pode variar, mas estima-se que a perda média seja de 50 a 100 fios por dia. Esse número pode variar de acordo com fatores individuais, como tipo de cabelo, genética, idade, saúde geral e condições específicas do couro cabeludo. Se a queda parece excessiva ou se você nota uma diminuição significativa na densidade capilar, é hora de investigar mais a fundo. O Que Causa a Queda Capilar? Existem diversas razões para a queda de cabelo, desde fatores genéticos até problemas de saúde e estresse. Compreender as causas é crucial para determinar o melhor tratamento. Abaixo, veremos algumas das causas mais comuns da queda de cabelo: Fatores Genéticos (Hereditariedade): Se há histórico familiar de calvície ou queda capilar, você pode ter maior probabilidade de enfrentar o mesmo problema. Desequilíbrios Hormonais: Pode ocorrer durante a gravidez, parto e menopausa. Distúrbios da tireoide também podem contribuir para a queda de cabelo. Estresse: Situações de estresse físico ou emocional podem desencadear a queda capilar. Isso pode incluir eventos traumáticos, cirurgias, doenças graves ou estresse emocional prolongado. Problemas de Saúde: Algumas condições médicas, como alopecia areata, dermatite seborreica, infecções do couro cabeludo ou outras doenças autoimunes, podem resultar na perda de cabelo. Medicamentos e Tratamentos Médicos: Certos medicamentos, como utilizados em quimioterapia, medicamentos para a pressão arterial, antidepressivos e outros, podem causar queda de cabelo como efeito colateral. Estilo de Vida e Nutrição: Uma dieta pobre em nutrientes essenciais, deficiências vitamínicas (como ferro e biotina), dietas extremamente restritivas e hábitos de vida pouco saudáveis podem afetar a saúde capilar. Agressões Externas: Exposição excessiva ao calor, produtos químicos agressivos, tratamentos capilares frequentes e penteados apertados podem danificar os folículos capilares, levando à queda de cabelo. Envelhecimento: À medida que envelhecemos, é natural que a taxa de crescimento capilar diminua, e a qualidade dos fios pode ser afetada. Como funciona o tratamento? O tratamento adequado dependerá da causa subjacente da queda capilar. Aqui estão algumas abordagens gerais que podem ajudar a tratar a queda capilar: Consulte um profissional de saúde: Antes de iniciar qualquer tratamento, é crucial consultar um dermatologista ou um médico especializado em saúde capilar. Eles podem diagnosticar a causa da queda capilar e recomendar o tratamento apropriado. Cuide da sua dieta: Uma dieta equilibrada e rica em nutrientes essenciais pode ajudar a promover a saúde capilar. Certifique-se de incluir alimentos ricos em vitaminas (como vitamina A, C, E), minerais (como ferro e zinco) e proteínas. Tratamentos tópicos: Existem produtos tópicos, como o minoxidil,que podem ser recomendados para estimular o crescimento capilar. No entanto, esses produtos devem ser usados sob a supervisão de um profissional de saúde. Tratamentos a laser: Terapias a laser podem ser utilizadas para estimular o crescimento capilar, como o Lad Terapia e Fotona Capilar. Todos devendo ser feitos por um profissional de saúde. Medicamentos prescritos: Em alguns casos, o médico pode prescrever medicamentos, como finasterida e dutasterida, para ajudar a combater a queda capilar. Esses medicamentos devem ser utilizados com prescrição médica, a fim de minimizar efeitos colaterais indesejados. Abordagem para o estresse: Se o estresse for um fator contribuinte, técnicas de gerenciamento de estresse, como meditação, ioga e exercícios, podem ser úteis. Lembre-se de que cada pessoa é única, e o tratamento ideal pode variar. Consulte sempre um profissional de saúde para obter orientação personalizada com base no seu histórico médico e nas características específicas do seu quadro de queda capilar. Se você está enfrentando a perda de cabelo e não está resolvendo com tratamento, o Transplante Capilar pode ser a solução. Essa técnica avançada oferece resultados naturais, devolvendo a densidade capilar perdida. Imagine poder desfrutar novamente da sensação de cabelos volumosos e saudáveis! Nós entendemos a importância dos seus cabelos para a sua autoestima e estamos aqui para ajudar. Agende sua consulta hoje e descubra as possibilidades do transplante capilar. Seus cabelos merecem uma segunda chance!
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Rinosseptoplastia Cirurgia estética e funcional
20.08.2020
Dr. Leonardo Fontes Silva
É cada vez mais comum encontrarmos pessoas em busca de melhorar a aparência e a proporção do nariz, com o objetivo de realçar a harmonia facial e melhorar sua autoestima. Por outro lado, muitas destas pessoas, apresentam dificuldade respiratória em virtude de anormalidades estruturais no nariz, tais como: desvio de septo nasal, hipertrofia de cornetos e sinusopatias. A Rinosseptoplastia é uma cirurgia realizada em um mesmo ato cirúrgico e tem dupla finalidade: melhorar a estética e a função nasal. Ou seja, fazer com que o nariz possa desempenhar plenamente suas funções, além de ficar com um aspecto bonito, uma vez que ele contribui de modo muito importante para harmonia facial. O médico é quem melhor reconhece a necessidade de uma cirurgia funcional. Sabe-se que a dificuldade da respiração pelo nariz interfere na saúde de todo o organismo e causa prejuízos para vários órgãos, em especial para os pulmões, coração e cérebro, interferindo diretamente na capacidade física, na qualidade do sono, no controle do estresse, da concentração e do raciocínio. A cirurgia funcional visa melhorar de maneira muito nítida a qualidade de vida do paciente. Por outro lado, a necessidade de cirurgias que visem melhorar o aspecto estético do nariz é reconhecida pelo próprio indivíduo. Numa conversa entre médico e paciente, as expectativas e desejos, bem como as técnicas e limitações cirúrgicas devem se abordadas, objetivando esclarecer dúvidas quanto aos resultados esperados. O procedimento cirúrgico é feito com anestesia local e sedação, tem duração média de 2 horas e o paciente recebe alta hospitalar no mesmo dia. Na maioria dos pacientes, utilizamos a técnica fechada e todas as incisões são feitas dentro do nariz, sem nenhum corte ou cicatriz externamente. O paciente deverá usar curativo recobrindo o nariz por uma semana e normalmente não necessitará fazer uso de tampões nasais. Edema e, ocasionalmente hematomas, persistem por uma semana, sendo incomum às dores pós-operatória. Após uma semana, o paciente estará retornando as atividades habituais. O resultado aproximado será observado em 2 meses. Constata-se uma melhora evidente na autoestima e um grande avanço nos parâmetros de qualidade de vida, entre eles a qualidade do sono e as disposições física e mental, ou seja, pessoas mais satisfeitas e mais saudáveis.
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Invisalign: A Revolução Digital na Ortodontia e a Previsibilidade do Tratamento
09.04.2024
Dra. Janaynna Fernandes
A busca por um sorriso perfeito e alinhado sempre foi um desejo comum, mas os aparelhos ortodônticos tradicionais, com seus bráquetes e fios metálicos, muitas vezes representavam um obstáculo estético e desconfortável. Com o avanço da tecnologia, o Invisalign surgiu como uma alternativa inovadora e discreta para corrigir o alinhamento dos dentes. Invisalign: a alternativa invisível e confortável O Invisalign consiste em uma série de alinhadores transparentes e removíveis, feitos sob medida para cada paciente. Esses alinhadores são praticamente invisíveis e proporcionam maior conforto em comparação aos aparelhos convencionais. Além disso, a possibilidade de removê-los para comer e higienizar os dentes torna o tratamento mais prático e higiênico. Planejamento ortodôntico digital: a chave para a previsibilidade Um dos grandes diferenciais do Invisalign é o planejamento ortodôntico digital. Através de softwares avançados, o ortodontista realiza um escaneamento 3D da boca do paciente, criando um modelo virtual dos dentes. Com base nesse modelo, é possível simular o movimento dos dentes ao longo do tratamento e visualizar o resultado final antes mesmo de iniciar o uso dos alinhadores. Essa tecnologia permite um planejamento mais preciso e personalizado, levando em consideração as características individuais de cada paciente. O ortodontista pode ajustar o tratamento de acordo com as necessidades específicas, otimizando os resultados e reduzindo o tempo de tratamento. Previsibilidade do tratamento: a segurança de um sorriso planejado O planejamento ortodôntico digital do Invisalign oferece um alto grau de previsibilidade do tratamento. O paciente pode visualizar o resultado final antes mesmo de iniciar o uso dos alinhadores, o que aumenta a confiança e a segurança no tratamento. Além disso, o ortodontista pode acompanhar a evolução do tratamento de forma virtual, garantindo que os dentes estejam se movendo conforme o planejado. Benefícios do Invisalign e do planejamento ortodôntico digital: Estética: Alinhadores praticamente invisíveis. Conforto: Ausência de bráquetes e fios metálicos. Removível: Facilita a alimentação e a higiene bucal. Planejamento preciso: Visualização do resultado final antes do início do tratamento. Previsibilidade: Acompanhamento virtual da evolução do tratamento. Personalização: Tratamento ajustado às necessidades individuais de cada paciente. Conclusão O Invisalign, aliado ao planejamento ortodôntico digital, revolucionou a ortodontia, proporcionando um tratamento mais estético, confortável e previsível. A possibilidade de visualizar o resultado final antes mesmo de iniciar o tratamento e o acompanhamento virtual da evolução do sorriso são fatores que aumentam a confiança e a satisfação dos pacientes. Se você busca um sorriso perfeito e alinhado, o Invisalign pode ser a solução ideal para você.
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Meu filho não tem cava no pé?
11.07.2022
Dr. Felipe Tavares Sena
Uma das grandes queixas nos consultórios de Ortopedia é de mães que trazem seus filhos para avaliar a pisada, pois percebem que a “cava do pé” não apareceu ainda. Os pais realmente têm razão. Quando as crianças estão aprendendo a se equilibrar e a dar os seus primeiros passos – por volta de 1 ano de idade, o arco longitudinal medial ainda não se formou, e não se consegue perceber o aparecimento da tão falada cava do pé. Entretanto, algumas crianças, que não têm cava, desenvolverão pés planos, e, assim, permanecerão na adolescência e idade adulta. Terão altas chances de fazerem um pé plano doloroso, de tratamento muito difícil. É preciso agir cedo, justamente entre 1 e 2 anos, no sentido de orientar e dar início ao tratamento e à prevenção. Um simples exame clínico, feito com um aparelho mais parecido com uma balança (podoscópio), onde a criança sobe e tem sua pisada avaliada imediatamente, pode detectar ausência ou presença da cava e se esta é, ou não patológica, ou seja, se precisa ou não de tratamento. O tratamento vai desde apenas observação e uso de órteses (palmilhas, tênis e botas ortopédicas), nos primeiros anos de vida, a pequenos procedimentos cirúrgicos, nas idades mais próximas dos 10 anos. Todos, no sentido de evitar que a criança se torne um adolescente ou um adulto com o pé plano e doloroso, apresentando grande dificuldade para usar calçados diversos e incapacidade para alguns esportes e determinados tipos de trabalho, comprometendo significativamente sua qualidade de vida. Portanto, a época de procurar o devido atendimento é nos primeiros meses e anos de vida, quando ainda dá tempo de iniciar um tratamento mais adequado e mais simples, com os menores transtornos possíveis.
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Rinoplastia, O que voce deve saber
20.08.2020
Dr. Leonardo Fontes Silva
É cada vez mais comum encontrarmos pessoas em busca de melhorar a aparência e a proporção do nariz, com o objetivo de realçar a harmonia facial e melhorar sua autoestima. Por outro lado, muitas destas pessoas, apresentam dificuldade respiratória em virtude de anormalidades estruturais no nariz, tais como: desvio de septo nasal, hipertrofia de cornetos e sinusopatias. A Rinoplastia é o procedimento cirúrgico indicado para a remodelagem da estrutura nasal com objetivo estético. São inúmeras as possibilidades, como aumentar, diminuir ou afinar o nariz, levantar a ponta e diminuir o “calo” do nariz. Na Rinosseptoplastia, além da cirurgia estética (rinoplastia), existe a correção de desvio de septo, posicionamento e má formação, que podem inferir diretamente na função nasal. O que é? A Rinosseptoplastia, é uma cirurgia realizada em um mesmo ato cirúrgico e tem dupla finalidade: melhorar a estética e a função nasal. Ou seja, fazer com que o nariz possa desempenhar plenamente suas funções, além de ficar com um aspecto bonito, uma vez que ele contribui de modo muito importante para harmonia facial. Quem deve realizar a Rinosseptoplastia? O médico é quem melhor reconhece a necessidade de uma cirurgia funcional. Sabe-se que a dificuldade da respiração pelo nariz interfere na saúde de todo o organismo e causa prejuízos para vários órgãos, em especial para os pulmões, coração e cérebro, interferindo diretamente na capacidade física, na qualidade do sono, no controle do estresse, da concentração e do raciocínio. A cirurgia funcional visa melhorar de maneira muito nítida a qualidade de vida do paciente. Por outro lado, a necessidade de cirurgias que visem melhorar o aspecto estético do nariz é reconhecida pelo próprio indivíduo. Numa conversa entre médico e paciente, as expectativas e desejos, bem como as técnicas e limitações cirúrgicas devem se abordadas, objetivando esclarecer dúvidas quanto aos resultados esperados. Como é feita a cirurgia? O procedimento cirúrgico é feito com anestesia local e sedação, tem duração média de 2 horas, e o paciente recebe alta hospitalar no mesmo dia. Na maioria dos pacientes, utilizamos a técnica fechada, e todas as incisões são feitas dentro do nariz, sem nenhum corte ou cicatriz externamente. Recuperação pós-operatória O paciente deverá usar curativo cobrindo o nariz por uma semana e normalmente não necessita fazer uso de tampões nasais. Edema e, ocasionalmente hematomas, persistem por uma semana, sendo incomum as dores pós-operatórias. Após uma semana, o paciente estará retornando as atividades habituais. Resultado O resultado aproximado será observado em 2 meses. Constata-se uma melhora evidente na autoestima e um grande avanço nos parâmetros de qualidade de vida, entre eles a qualidade do sono e as disposições física e mental, ou seja, pessoas mais satisfeitas e mais saudáveis.
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Menopausa: Um Divisor de Águas na Vida da Mulher
17.09.2020
Dra. Márcia Fonseca
O ciclo menstrual é regido por hormônios hipotalâmicos, hipofisários e ovarianos, podendo sofrer interferência ainda dos hormônios tireoidianos, que têm ação regulatória sobre todos os sistemas. Também as emoções, atuando sobre o córtex cerebral, podem determinar bloqueio central sobre a ovulação e, consequentemente, interferir nos níveis hormonais femininos. A repetição mensal desse processo de maturação dos folículos ovarianos, por estímulo de tais substâncias, ao longo da vida reprodutiva da mulher, gera esgotamento gradual e progressivo do estoque de células viáveis. Em torno da 4ª década de vida, há redução em mais de 80% da reserva do estroma ovariano, isto é, há interrupção dos chamados ciclos ovulatórios, trazendo, como consequência, infertilidade e irregularidades menstruais, por deficit de progesterona e, em fase posterior, por queda da produção de estradiol, surgimento dos fogachos, pele e cabelo secos, perda da elasticidade vaginal, insônia, baixa da libido e alteração de humor. Esses sintomas são variáveis de mulher para mulher, dependendo de fatores genéticos, de hábitos de vida, da presença de comorbidades e do preparo psicológico, diante de tabus em torno do significado da menopausa. Há uma ideia amplamente difundida de que a mulher de 50 anos ou mais (idade em que acontece geralmente a parada da menstruação) perde sua capacidade reprodutiva, feminilidade e sexualidade, de forma irreversível e imponderável. Todo esse quadro gera muita insegurança e sentimento de caos na mulher, muitas vezes reforçados por quem já viveu essa fase e não foi assistida adequadamente pelos profissionais que teriam a responsabilidade de ouvir, de diagnosticar corretamente e de oferecer uma solução individualizada e estratégias eficazes para a mudança do estilo de vida. O mito de que a menopausa é o começo do fim se baseia numa crença fortemente limitante, criada e mantida por uma sociedade machista, que condenou, por muito tempo, a mulher a um comportamento passivo e de total impotência e aceitação dos sintomas e doenças decorrentes da perda hormonal da pós-menopausa. A medicina, através dos métodos diagnósticos, cada vez mais, sensíveis e específicos, permite traçar o estado de deficiência hormonal, a presença de fatores de risco para as doenças inflamatórias não transmissíveis, achados suspeitos de câncer, o que torna muito seguro o tratamento hormonal, desde que haja um acompanhamento regular da paciente. Os tratamentos consistem em reposição de hormônios isomoleculares, com doses individualizadas, de acordo com a necessidade de cada paciente, por via transdérmica ou através de implantes subcutâneos, evitando, assim, a primeira passagem hepática. Nas pacientes que têm contraindicação absoluta ao uso de hormônios, há o recurso da medicina ortomolecular e ainda o laser íntimo, que melhora o trofismo local, devolvendo a elasticidade e a lubrificação vaginais e aumentando o tônus dos músculos do assoalho pélvico, contribuindo para a vida sexual plena e correção da incontinência urinária leve. Na verdade, a mulher atual de 50 anos ou mais desenvolveu uma nova visão da menopausa: a que poder fazer o melhor por si, por ter maior disponibilidade de tempo, por estar mais madura e consciente de suas potencialidades e do seu desejo de atingir saúde e performance máximas. Pode-se dizer que a menopausa é, a princípio, uma crise que gera a oportunidade para um upgrade, para uma vida plena, para o 2º ato deste grande espetáculo da vida. Viva a sua menopausa com alegria, informe-se, empodere-se!
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O uso de fios de PDO (Polidioxanona)
12.10.2022
Dra. Ana Carolina Lustosa
Os fios de PDO (polidioxanona) são um tipo de material utilizado em procedimentos estéticos minimamente invasivos para rejuvenescimento facial. A polidioxanona é um material absorvível, o que significa que é naturalmente degradado e reabsorvido pelo corpo ao longo do tempo. Os fios de PDO são feitos de um polímero sintético biocompatível que é usado em várias aplicações médicas, incluindo cirurgias cardíacas e oftalmológicas. Na estética, esses fios são inseridos sob a pele para levantar e redefinir áreas específicas do rosto, como sobrancelhas, bochechas, mandíbula e pescoço. O procedimento envolve a inserção dos fios sob a pele com agulhas finas ou cânulas. Uma vez inseridos, os fios estimulam a produção de colágeno na área tratada, promovendo a firmeza e a elasticidade da pele. Além disso, os fios fornecem um efeito de sustentação imediato, ajudando a levantar e reposicionar os tecidos flácidos. Os resultados dos procedimentos com fios de PDO geralmente são visíveis imediatamente após o tratamento e continuam melhorando ao longo das semanas seguintes, à medida que o colágeno é produzido e a pele se firma. Os efeitos podem durar vários meses a mais de um ano, dependendo da qualidade da pele, do tipo de fio usado e de outros fatores individuais. Os procedimentos com fios de PDO são considerados relativamente seguros quando realizados por um profissional qualificado, mas como em qualquer procedimento estético, existem riscos potenciais, como hematomas, infecção, reações alérgicas e resultados indesejados. É importante discutir os benefícios, riscos e expectativas do tratamento com um médico especializado em estética antes de decidir prosseguir com o procedimento.
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Mitos e verdades em cirurgia bariátrica - As dez perguntas mais frequentes no consultório
17.09.2020
Dr. Zailton Bezerra
A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que, a obesidade é um dos mais graves problemas de saúde que temos para enfrentar. Em 2025, a estimativa é de que 2,3 bilhões de adultos ao redor do mundo estejam acima do peso, sendo 700 milhões de indivíduos com obesidade, isto é, com um índice de massa corporal (IMC) acima de 30. No Brasil, essa doença crônica aumentou 67,8% nos últimos treze anos, saindo de 11,8% em 2006 para 19,8% em 2018, segundo dados da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). Além das questões estéticas envolvidas, a obesidade é, antes de mais nada, um grave problema de saúde que promove risco de morte para o paciente, devido as doenças decorrentes do excesso de peso, como diabetes, pressão arterial alta, risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC), além das tromboses pulmonares e nos membros inferiores. Tal situação é muito comum no consultório do cirurgião digestivo. Como a cirurgia bariátrica se popularizou muito nos últimos anos, dúvidas frequentes surgem nos pacientes, portadores de obesidade. Por isso, trago para você, as dez perguntas mais realizadas em nosso consultório a respeito desse tema tão popular e polêmico, fruto de dez anos de experiência no tratamento dos pacientes. Espero que o questionário abaixo, seja uma ferramenta útil para você e que algumas dúvidas possam ser esclarecidas. 1 - Qualquer um pode se submeter à uma cirurgia bariática? MITO. A cirurgia bariátrica é indicada em pacientes dos 18 aos 65 anos que possuem Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40kg/m2 ou entre 35 e 40 kg/m2. Aos que apresentam doenças associadas à obesidade como hipertensão, diabetes, apneia do sono, entre outros, antes de serem submetidos à cirurgia bariatrica é necessária a comprovação na falha com o tratamento à base de dieta, exercícios físicos e/ou medicamentos prescritos por profissionais especializados no assunto. Esse tipo de cirurgia é contraindicada em pacientes de difícil controle psiquiátrico, usuários de drogas, alcoólatras, portadores de compulsão alimentar grave ou que tenham problemas cardíacos graves. Cada caso deve ser analisado individualmente. 2 - A cirurgia bariátrica é mais arriscada do que outras cirurgias? MITO. Na verdade, quando se pensa em complicações durante a cirurgia, como problemas pulmonares ou cardíacos, os riscos são os mesmos de qualquer cirurgia abdominal com anestesia geral. Logo após a cirurgia, complicações pulmonares, cardíacas e nas “costuras ou emendas” da cirurgia podem ocorrer de 0,1% a 3% dos casos. Esses números serão mais baixos naqueles pacientes que fizeram todas as etapas de análise necessárias no período pré-operatório. 3 - Mulher que fez cirurgia bariátrica não pode mais engravidar? MITO. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica recomenda que as mulheres procurem engravidar dois anos após a cirurgia. A cegonha te visitou? Informe ao seu médico o quanto antes. 4 - A cirurgia bariátrica pode ser realizada no SUS ou pelos planos de saúde? VERDADE. Pelo SUS, o procedimento pode ser realizado, porém pode haver a necessidade de esperar um tempo na fila, dependendo da realidade local. Nos planos de saúde, a cirurgia de redução do estômago faz parte do rol de procedimentos que possuem cobertura, inclusive por videolaparoscopia. Entretanto, vale a pena atentar para alguns fatores contratuais do seu plano (se há um período de carência, por exemplo). 5 - O emagrecimento é mais visível nos primeiros seis meses após a cirurgia? VERDADE. A maior perda de peso costuma ocorrer nos primeiros seis meses. O emagrecimento total, no entanto, acontece em até dois anos do pós-operatório. Em geral, a perda do excesso de peso gira em torno de 35% a 45%. 6 - Se eu comer como antes, posso engordar muito novamente? VERDADE Em geral, os pacientes não conseguem comer a mesma quantidade antes da cirurgia. Porém, se a dieta for baseada em hábitos alimentares inadequados e alimentos hipercalóricos, além da falta de atividade física, infelizmente o ganho de peso voltará à aparecer novamente. 7 - Só existe um tipo de cirurgia que faz reduzir o estômago? MITO. No Brasil existem atualmente quatro técnicas aprovadas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e Conselho Federal de Medicina (CFM). Seguem abaixo, os dois métodos mais indicados pelos cirurgiões em nosso país: SLEEVE: Consiste em remover parte do estômago e transformá-lo num tubo com capacidade em torno de 150ml. Seu formato assume uma forma de manga de camisa (Sleeve em inglês) BYPASS: Cirurgia onde o estômago é grampeado , reduzido a uma pequena bolsa de aproximadamente 50 ml e o intestino é desviado e “re-ligado”ao estômago novamente 8 - Todo paciente terá que realizar plásticas para remover o excesso de pele? MITO. Cada caso é um caso. Há de se analisar à elasticidade da pele, a tonicidade muscular, a proporção entre massa gorda e massa magra, além dos desejos individuais do paciente. Em geral, tal procedimento é realizado após 18 meses no mínimo, quando já se espera que esteja ocorrendo uma estabilidade da curva de peso corporal. 9 - Tenho que tomar vitaminas pelo resto da vida? DEPENDE. Para esta situação, a corresponsabilidade do paciente é fundamental. Se o mesmo se envolve bem no acompanhamento pós-operatório, seguindo todas as orientações da equipe multidisciplinar, bem como, não promove situações de autossabotagem ao seu tratamento (exemplo: não ir às consultas de retorno), há a possibilidade da recomendação da não ingestão de vitaminas, principalmente naquelas pessoas submetidas à técnica de Sleeve. 10 - A participação da equipe multidisciplinar e da família são fundamentais no bom resultado a longo prazo? VERDADE O acompanhamento da equipe multidisciplinar é parte crucial nesse processo de tratamento da obesidade, tanto no período pré-operatório, como principalmente no período pós-operatório. A cirurgia consiste apenas em uma das inúmeras estratégias utilizadas no processo de emagrecimento. Há, por exemplo, a necessidade do acompanhamento hormonal pelo endocrinologista, ajustes dietéticos constantes com o nutricionista, compreensão da influência psicológica na gênese da obesidade, bem como nos ajustes às expectativas no pós-operatório. O paciente bariátrico merece ter sua condição compreendida como uma doença crônica e não como algo que, exclusivamente, é culpa de quem a possui. Ele necessita se sentir acolhido, ter suas expectativas e anseios compreendidos. Para tanto, o cirurgião, a equipe multidisciplinar, o paciente e sua família necessitam dar as mãos em prol de um bem comum: o de trazer vida aos anos, além de saúde com qualidade aos pacientes que enfrentam o tratamento contra a obesidade.
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