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Glioblastoma Multiforme
01.04.2024
Dr. Eduardo Guedes
O Glioblastoma Multiforme O Glioblastoma Multiforme (GBM) é o tipo mais comum e agressivo de tumor cerebral maligno que se desenvolve a partir das células gliais do cérebro. Ele é caracterizado por múltiplos focos de tumor no cérebro e crescer rapidamente, infiltrando os tecidos circundantes. A causa exata do GBM é desconhecida, mas acredita-se que seja causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Geralmente, afeta adultos entre 45 e 70 anos, sendo mais comum em homens do que em mulheres. As consequências do glioblastoma multiforme podem causar danos significativos e comprometer funções vitais dependendo da localização do tumor no cérebro. Sintomas de GBM Dores de cabeça Náuseas e vômitos Convulsões Fraqueza ou dormência em um lado do corpo Problemas de fala ou linguagem Problemas de visão Mudanças na personalidade ou comportamento Diagnóstico de GBM O diagnóstico de GBM geralmente é feito com base em uma combinação de histórico médico, exame físico, exames de imagem e testes de laboratório. Os exames de imagem que podem ser usados ??para diagnosticar GBM incluem tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (MRI) e tomografia por emissão de pósitrons (PET). Os testes de laboratório que podem ser usados ??para diagnosticar GBM incluem um exame de sangue e um exame de líquido cefalorraquidiano (LCR). Tratamento de GBM O tratamento primário geralmente envolve uma combinação de cirurgia, radioterapia e quimioterapia. A cirurgia é realizada para remover o máximo possível do tumor, com o objetivo de aliviar os sintomas e reduzir a pressão sobre o cérebro. No entanto, devido à natureza infiltrativa do glioblastoma multiforme, é difícil remover todo o tumor sem causar danos ao tecido cerebral circundante. Portanto, muitas vezes não é possível uma remoção completa. Após a cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia são usadas para tentar controlar o crescimento residual do tumor e prolongar a sobrevida. No entanto, mesmo com tratamento agressivo, as taxas de sobrevivência para glioblastoma multiforme ainda são baixas, e a doença geralmente tem uma progressão rápida e fatal. Pesquisa sobre GBM A pesquisa sobre GBM está em andamento para desenvolver novos tratamentos e melhorar o prognóstico para pessoas com essa doença. Algumas áreas promissoras de pesquisa incluem terapia direcionada, imunoterapia e terapia com células-tronco.
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Blefaroplastia pós-bariátrica: um olhar mais jovem e REJUVENESCIDO
09.04.2024
Dra. Dominique Pachu
A blefaroplastia, ou cirurgia das pálpebras, é um procedimento estético que tem ganhado destaque, especialmente entre pacientes que passaram por cirurgia bariátrica. Após uma perda significativa de peso, muitos indivíduos notam mudanças visíveis na pele do rosto, incluindo flacidez e excesso de pele nas pálpebras, que podem afetar tanto a estética quanto a função, conferindo um aspecto cansado e envelhecido ao rosto. A relação entre a cirurgia bariátrica e a blefaroplastia Após a cirurgia bariátrica, muitos pacientes experimentam uma rápida perda de peso. Isso pode resultar em mudanças drásticas na aparência facial, com perda de volume e flacidez na pele. As pálpebras são uma das áreas mais afetadas, levando a um aspecto cansado e envelhecido. Para muitos, a blefaroplastia se torna uma etapa importante no processo de transformação, ajudando a restaurar a autoestima e a confiança. Benefícios da blefaroplastia após a cirurgia bariátrica 1. Melhoria estética: O procedimento ajuda a suavizar as linhas e rugas ao redor dos olhos, proporcionando um olhar mais jovem e descansado. 2. Aumento da autoestima. Por que a blefaroplastia é indicada após a bariátrica? - Excesso de pele: A perda de peso rápida e significativa pode levar ao excesso de pele nas pálpebras superiores e inferiores, causando um efeito de "olheiras profundas" e caimento das pálpebras. - Melhora da visão: Em alguns casos, o excesso de pele pode prejudicar o campo visual, dificultando a realização de atividades do dia a dia e facilitando atividades cotidianas. - Rejuvenescimento facial: A blefaroplastia remove o aspecto cansado e envelhecido, ajudando a suavizar as linhas e rugas ao redor dos olhos e proporcionando um olhar mais jovem e revitalizado. - Autoestima: A melhora da aparência facial pode trazer grande impacto na autoestima do paciente. A harmonização facial após a perda de peso pode levar a uma melhoria significativa na autoconfiança e na percepção da própria imagem. Como é realizada a blefaroplastia? A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar, com anestesia local e sedação. O cirurgião faz pequenas incisões para remover o excesso de pele e gordura, e em alguns casos, reposiciona os músculos das pálpebras. A duração da cirurgia varia de acordo com a complexidade de cada caso. Pós-operatório O pós-operatório da blefaroplastia é geralmente tranquilo. É comum o aparecimento de inchaço e hematomas nas primeiras horas após a cirurgia, que tendem a diminuir com o passar dos dias. O uso de compressas frias e a elevação da cabeça ajudam a reduzir o inchaço. Benefícios da blefaroplastia - Melhora da aparência: O olhar fica mais jovem e descansado. - Recuperação rápida: A maioria dos pacientes retorna às suas atividades normais em poucos dias. - Resultados duradouros: Os resultados da blefaroplastia são duradouros e proporcionam grande satisfação aos pacientes. - É importante ressaltar que a blefaroplastia deve ser realizada por um profissional experiente e qualificado. Considerações importantes - A blefaroplastia é um procedimento eletivo e não é coberta pelos planos de saúde. - É fundamental que o paciente siga todas as orientações médicas antes e após a cirurgia. - O resultado final da cirurgia pode variar de acordo com as características individuais de cada paciente. - É fundamental que os pacientes consultem um cirurgião plástico experiente e especializado. O profissional avaliará a saúde geral do paciente, o estado da pele e discutirá as expectativas em relação ao procedimento. Também é importante considerar o tempo de recuperação e as limitações pós-operatórias. Conclusão A blefaroplastia pode ser uma excelente opção para aqueles que passaram pela cirurgia bariátrica e desejam complementar sua transformação física. Ao abordar as preocupações estéticas e funcionais, este procedimento pode ajudar os pacientes a se sentirem mais confortáveis em sua nova aparência, completando assim um importante ciclo de mudanças na vida. Se você está considerando realizar uma blefaroplastia, agende uma consulta com um profissional experiente e qualificado para avaliar suas necessidades e tirar todas as suas dúvidas.
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Fake News na Oncologia
18.08.2020
Dr. Luiz Victor Maia Loureiro
Não bastasse o diagnóstico de um câncer já ser um evento impactante para boa parte dos pacientes; estes ainda se veem envoltos de opiniões, sugestões, dicas e testemunhos que, não raro, servem apenas para confundir suas cabeças. No universo da oncologia ou do câncer, existem dois grupos de ´Fake News´. O primeiro são aquelas informações fáceis e de origem duvidosa que propagam medidas para evitar o câncer ou apontam causas mirabolantes para sua gênese. O segundo grupo tem um alvo ainda mais vulnerável: o paciente portador de câncer. Para estes, a internet está repleta de opiniões e soluções “milagrosas” capazes não apenas de trazer alento, mas, em alguns casos, até de curar a doença. Vamos aos fatos. Quem nunca ouviu falar que os micro-ondas, tão úteis em nossas cozinhas, são capazes de provocar câncer? Quem nunca propagou correntes de grupos de mensagens que alertam para os perigos de se usar desodorante antes de dormir? Quem nunca resolveu tomar água, bicarbonato e meio limão espremido todo dia em jejum de manhã porque essa medida é capaz de inibir a formação de células cancerígenas? Bom, sinto desapontá-los, mas nenhuma dessas atitudes têm respaldo científico e, provavelmente, não impactará em nada em suas vidas. São incontestáveis os benefícios da rápida propagação de informações que a internet nos trouxe, mas é fundamental que tenhamos discernimento e busquemos aprofundar nosso saber antes de adotar medidas fúteis. A circulação de mensagens em aplicativos e redes sociais é veloz e costuma exercer rápida influência em quem as lê. Isso é especialmente verdadeiro para os pacientes portadores de câncer, já fragilizados com o diagnóstico e seu tratamento, em uma busca incessante para a cura. Estes são os mais vulneráveis e, não raro, nos deparamos nos consultórios com receitas caseiras e medidas inócuas que podem até trazer desconforto. Constantemente, essas informações têm como origem, amigos, vizinhos, familiares que, na irrefreável vontade de ajudar, terminam por propagar informações inverídicas. O paciente, por sua vez, frágil como está, questiona-se: como não acreditar? Por que esse alguém iria me mandar algo que não fosse verdade? Acreditem, a grande maioria dessas informações não passam de "Fake News". O “Dr.Google” é constantemente questionado sobre sintomas, diagnóstico e tratamento para o câncer. Em que pese, algumas das informações serem relevantes e verdadeiras; um amontoado de dados está disponível para que os pacientes se percam. Nesse sentido, o próprio gigante Google vem adotando medidas, há alguns anos, para verificar as informações que são publicadas e tentar reduzir o número de notícias falsas. Ainda assim, não param de se multiplicar sites e blogs com conteúdos contestáveis. Um dos tipos de fontes de ´Fake News´ mais frequentes são blogs de sobreviventes do câncer. Pacientes que enfrentaram com sucesso a doença, tornam-se ativistas e desavisadamente terminam por propagar falsos conceitos. Assim, é razoável que se lembre que a experiência individual de um paciente não necessariamente serve para os demais. Além disso, novas opções de diagnóstico e terapia surgem a cada dia e apenas o profissional especializado – o oncologista – é capaz de afirmar se uma determinada alternativa se encaixa para o seu caso. Primeiramente, o paciente precisa ser informado de que embora tenha um diagnóstico de câncer, cada câncer é de um tipo, evolui de forma diversa e possui tratamentos diferentes. Assim, conteúdos que são publicados em blogs, sites, correntes de mensagem e mesmo em publicações reconhecidas para o público leigo, como jornais e revistas, não se aplicam necessariamente para um paciente em específico. Uma consequência desses boatos e ´Fake News´ é a adesão a terapias alternativas (sabidamente incapazes de combater a doença) em detrimento dos tratamentos convencionais e estabelecidos. Como na oncologia a comunicação costuma ser pouco trivial entre o oncologista e seu paciente, informando constantemente notíciais difíceis, tentando traduzir os termos técnicos em algo descomplicado, os pacientes costumam fugir desse cenário e buscar alternativas. São conhecidos que trazem informações de produtos naturais, como chás ou ervas, pílulas milagrosas capazes de curar todo tipo de câncer ou qualquer coisa mais fácil do que quimioterapia. Embora o apelo seja fortíssimo, cabe-me lembrá-lo, caro leitor, que desconheço o real benefício de quaisquer alternativas que não tenham se originado em muita pesquisa. Assim, desconfie e discuta suas dúvidas com seu oncologista – único profissional habilitado para dirimir tais ´Fake News´.
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Meu filho não tem cava no pé?
11.07.2022
Dr. Felipe Tavares Sena
Uma das grandes queixas nos consultórios de Ortopedia é de mães que trazem seus filhos para avaliar a pisada, pois percebem que a “cava do pé” não apareceu ainda. Os pais realmente têm razão. Quando as crianças estão aprendendo a se equilibrar e a dar os seus primeiros passos – por volta de 1 ano de idade, o arco longitudinal medial ainda não se formou, e não se consegue perceber o aparecimento da tão falada cava do pé. Entretanto, algumas crianças, que não têm cava, desenvolverão pés planos, e, assim, permanecerão na adolescência e idade adulta. Terão altas chances de fazerem um pé plano doloroso, de tratamento muito difícil. É preciso agir cedo, justamente entre 1 e 2 anos, no sentido de orientar e dar início ao tratamento e à prevenção. Um simples exame clínico, feito com um aparelho mais parecido com uma balança (podoscópio), onde a criança sobe e tem sua pisada avaliada imediatamente, pode detectar ausência ou presença da cava e se esta é, ou não patológica, ou seja, se precisa ou não de tratamento. O tratamento vai desde apenas observação e uso de órteses (palmilhas, tênis e botas ortopédicas), nos primeiros anos de vida, a pequenos procedimentos cirúrgicos, nas idades mais próximas dos 10 anos. Todos, no sentido de evitar que a criança se torne um adolescente ou um adulto com o pé plano e doloroso, apresentando grande dificuldade para usar calçados diversos e incapacidade para alguns esportes e determinados tipos de trabalho, comprometendo significativamente sua qualidade de vida. Portanto, a época de procurar o devido atendimento é nos primeiros meses e anos de vida, quando ainda dá tempo de iniciar um tratamento mais adequado e mais simples, com os menores transtornos possíveis.
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Prótese mamária: Subglandular ou Submuscular?
15.09.2020
Dr. Wagner da Silva Leal
Uma das perguntas mais frequentes no consultório é: Em qual plano temos melhores resultados com as próteses de mama? O músculo do qual falamos é o músculo peitoral maior. Ele ocupa boa parte do tórax anterior, na projeção das mamas e pode ser um grande aliado para um resultado natural no aumento mamário. De forma geral, existem os planos Subglandular e Submuscular na hora de escolher o posicionamento das próteses mamárias. Ambos os planos podem ser adequados, desde que seja bem escolhido para cada tipo de paciente. As próteses mamárias, sejam elas redondas ou anatômicas, têm bordos que precisam estar bem camuflados para um resultado estético natural das mamas aumentadas. Pacientes com prega cutânea maior que 3 cm no polo superior da mama podem sem tratadas com implantes mamários subglandulares sem problemas. Já pacientes com prega cutânea menor que 3 cm no polo superior são boas candidatas para um implante submuscular, pois o músculo peitoral acima da prótese aumentará a quantidade de tecido protegendo as partes superior e medial do implante. Isso permite um efeito natural do aumento mamário. A maioria das pacientes que procuram aumento mamário são magras e de pouca cobertura no polo superior, o que faz com que a maioria dos casos de aumento mamário acabem tendo uma indicação do plano submuscular. A opção de implante submuscular mais utilizada atualmente é o Dual Plane, descrito por John Tebbets em 2001. Nesta modalidade, o músculo peitoral cobre aproximadamente 2/3 da prótese, exatamente nos locais onde precisamos de maior cobertura, deixando 1/3 inferior e lateral abaixo da glândula. Esse avanço nos trouxe a possibilidade de evitar o efeito artificial das próteses subglandulares em pacientes magras sem a principal intercorrência das outras modalidades submusculares que era uma marcação na mama durante a movimentação dos braços (efeito dupla bolha). Outras vantagens do plano submuscular são a distância maior da prótese de eventuais lesões na glândula mamária que podem surgir no decorrer da vida da paciente, facilitando eventuais exames de imagem ou mesmo punções de cistos ou nódulos. Como trata-se de um plano avascular, o uso de drenos não é necessário na maior parte das vezes. A desvantagem que costuma ser levantada do plano subglandular em relação ao submuscular seria a dor. O que vemos na prática diária é que a diferença é mínima (se é que há alguma) e que acaba cedendo após a primeira semana. Em qualquer um dos planos, a cirurgia de prótese mamária é um procedimento rápido, que pode receber alta no mesmo dia da cirurgia e de recuperação curta. Já é a cirurgia plástica mais realizada no Brasil e tem ajudado milhares de mulheres a ter um coturno corporal mais equilibrado.
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Blefaroplastia e suas indicacoes
09.04.2024
Dra. Silvana Rocha
Blefaroplastia Com o passar dos anos, os tecidos que compõem as pálpebras vão se tornando mais frouxos, ocasionado excesso de pele e protrusão das bolsas de gorduras que ficam sob as pálpebras. Como a pele das pálpebras é extremamente fina, esta protrusão se torna cada vez mais visível. Tais alterações costumam ser evidenciadas nas pálpebras pelas dobras de pele e pelo abaulamento provocado pelas bolsas de gordura, conferindo um aspecto de tristeza e cansaço nesta região da face. A cirurgia das pálpebras (blefaroplastia) objetiva corrigir tais alterações provocadas pela idade, retirando o excesso de pele e reduzindo as bolsas de gordura que fazem relevo nas pálpebras. Com isso, as pálpebras adquirem um aspecto mais plano e liso, proporcionando à face um aspecto mais descansado e alegre. Tipo de Anestesia: Anestesia local ou local com sedação. Raramente é realizada anestesia geral. Técnica Cirúrgica: Na blefaroplastia superior, a incisão cirúrgica fica em um sulco natural localizado na pálpebra, de forma que, com os olhos abertos, a cicatriz não será visualizada e, mesmo com os olhos fechados, a cicatriz adquire um aspecto fino e de muito boa qualidade. Através desta cicatriz será retirado o excesso de pele e as bolsas de gordura em protrusão na pálpebra. Na pálpebra inferior, a cicatriz fica rente aos cílios e adquire um aspecto muito bom, tornando-se imperceptível com o tempo. A boa qualidade das cicatrizes deve-se, em grande parte, à espessura da pele das pálpebras, uma das mais finas do nosso corpo, auxiliando a recuperação cirúrgica. Não são descritos queloides nas cicatrizes palpebrais em decorrência deste fator. Em algumas situações bem específicas, nas quais não existe flacidez na pálpebra inferior, mas ocorre a protrusão das bolsas de gordura, poderá ser realizado um tipo de blefaroplastia em que não existe cicatriz externa. Nestas situações, a cicatriz será realizada na conjuntiva ocular, a pele avermelhada localizada na parte interna da pálpebra. Geralmente esse procedimento é realizado em pacientes mais jovens, nos quais a ausência de flacidez palpebral não justifica a cicatriz externa. Confira nas ilustrações a seguir como é realizada a cirurgia das pálpebras. Tempo de Cirurgia: Caso sejam operadas apenas as pálpebras superiores, a duração média da cirurgia é de 45 minutos. Caso sejam operadas as pálpebras superiores e inferiores, a duração média é de 90 a 120 minutos. Tempo de Internação: Geralmente 12 horas. Nas raras situações em que é utilizada anestesia geral, a internação é prolongada até 24 horas. Pós-operatório: A blefaroplastia é uma cirurgia de rápida recuperação, sendo que cerca de 48 horas após a cirurgia o paciente já pode exercer suas atividades cotidianas (com exceção de atividades físicas). Na blefaropastia, sempre ocorre formação de inchaço (edema) e manchas arroxeadas (equimoses) que variam de intensidade. As equimoses são absorvidas em um período de até 10 dias e o inchaço desaparece quase por completo até a 2ª semana de pós-operatório. Para acelerar a recuperação do edema e das manchas, recomenda-se a utilização de compressas com água ou soro gelado nos primeiros 7 dias após a cirurgia. Além disso, é importante evitar contato com água ou vapores quentes. É proibido tomar banho com água muito quente e cozinhar, por exemplo, na primeira semana, pois o vapor aumenta o inchaço e retarda a absorção das equimoses. Em decorrência destes fatores, recomenda-se repouso de atividades físicas por um período de 10 a 14 dias. Deve-se evitar exposição solar por pelo menos 3 meses, utilizando protetor solar e óculos escuros. A cicatriz, como dito anteriormente, adquire um aspecto muito bom e fica praticamente imperceptível após 1 mês de cirurgia. Possíveis complicações As possíveis complicações no procedimento de blefaroplastia, também conhecida como cirurgia nas pálpebras, são muito raras, no entanto, podem ocorrer, como em qualquer procedimento cirúrgico. Dentre elas podemos citar: • Ocorrência de hematoma e infecção; • Retirada insuficiente de pele ou gordura; • Ocorrência de ectrópio, conhecida como inversão da pálpebra inferior; • Ocorrência da Síndrome do olho seco; • Ocorrência abrasões na córnea; lagoftalmo, conhecido como incapacidade de fechar os olhos e diplopia, também conhecida como visão dupla; • E Intercorrências anestésicas. O resultado final da blefaroplastia, como em todas as cirurgias estéticas, vai depender da reação do organismo da(o) paciente e do zelo com as indicações do pré e pós-operatório. Recomendações pré-operatórias • O paciente deve informar se estiver fazendo uso de qualquer medicamento que tenha efeito anticoagulante; • Comunique alterações de estado de saúde na véspera da cirurgia; • Nos dez dias que antecederem a cirurgia não use nenhum tipo de anticoagulante; • Não use esmalte de cor escura no dia da cirurgia e evite usar joias, bijuterias e relógios; • No dia da cirurgia não use cremes; • E compareça à cirurgia com um acompanhante. Resultado Definitivo: Características peculiares das pálpebras, como a fina espessura da pele, aceleram a absorção do inchaço local e o tempo até atingir o resultado final. Podemos dizer que por volta do 2º mês cerca de 90% do edema local já terá sido absorvido, no entanto o resultado definitivo será atingido próximo ao 6º mês, como na maioria das cirurgias plásticas.
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Queda de Cabelo: Até que ponto é normal?
17.04.2024
Dr. Sergio Luiz Camara Lopes Jr.
Queda de cabelo: Até que ponto é considerada normal? Você já se pegou olhando no espelho, preocupado (a) com a quantidade de cabelos que fica na escova ou no chão do banheiro? A queda de cabelo é uma preocupação muito comum, mas até que ponto ela é considerada normal? Neste artigo, vamos entender quando é hora de procurar ajuda, quais as causas e os tratamentos disponíveis. Os Sinais Silenciosos A queda de cabelo pode começar de forma sutil, muitas vezes passando despercebida. Você pode notar alguns fios a mais na escova, mas será que é algo para se preocupar? Atenção aos sinais silenciosos que seu corpo envia. A quantidade normal de cabelos que uma pessoa pode perder diariamente pode variar, mas estima-se que a perda média seja de 50 a 100 fios por dia. Esse número pode variar de acordo com fatores individuais, como tipo de cabelo, genética, idade, saúde geral e condições específicas do couro cabeludo. Se a queda parece excessiva ou se você nota uma diminuição significativa na densidade capilar, é hora de investigar mais a fundo. O Que Causa a Queda Capilar? Existem diversas razões para a queda de cabelo, desde fatores genéticos até problemas de saúde e estresse. Compreender as causas é crucial para determinar o melhor tratamento. Abaixo, veremos algumas das causas mais comuns da queda de cabelo: Fatores Genéticos (Hereditariedade): Se há histórico familiar de calvície ou queda capilar, você pode ter maior probabilidade de enfrentar o mesmo problema. Desequilíbrios Hormonais: Pode ocorrer durante a gravidez, parto e menopausa. Distúrbios da tireoide também podem contribuir para a queda de cabelo. Estresse: Situações de estresse físico ou emocional podem desencadear a queda capilar. Isso pode incluir eventos traumáticos, cirurgias, doenças graves ou estresse emocional prolongado. Problemas de Saúde: Algumas condições médicas, como alopecia areata, dermatite seborreica, infecções do couro cabeludo ou outras doenças autoimunes, podem resultar na perda de cabelo. Medicamentos e Tratamentos Médicos: Certos medicamentos, como utilizados em quimioterapia, medicamentos para a pressão arterial, antidepressivos e outros, podem causar queda de cabelo como efeito colateral. Estilo de Vida e Nutrição: Uma dieta pobre em nutrientes essenciais, deficiências vitamínicas (como ferro e biotina), dietas extremamente restritivas e hábitos de vida pouco saudáveis podem afetar a saúde capilar. Agressões Externas: Exposição excessiva ao calor, produtos químicos agressivos, tratamentos capilares frequentes e penteados apertados podem danificar os folículos capilares, levando à queda de cabelo. Envelhecimento: À medida que envelhecemos, é natural que a taxa de crescimento capilar diminua, e a qualidade dos fios pode ser afetada. Como funciona o tratamento? O tratamento adequado dependerá da causa subjacente da queda capilar. Aqui estão algumas abordagens gerais que podem ajudar a tratar a queda capilar: Consulte um profissional de saúde: Antes de iniciar qualquer tratamento, é crucial consultar um dermatologista ou um médico especializado em saúde capilar. Eles podem diagnosticar a causa da queda capilar e recomendar o tratamento apropriado. Cuide da sua dieta: Uma dieta equilibrada e rica em nutrientes essenciais pode ajudar a promover a saúde capilar. Certifique-se de incluir alimentos ricos em vitaminas (como vitamina A, C, E), minerais (como ferro e zinco) e proteínas. Tratamentos tópicos: Existem produtos tópicos, como o minoxidil,que podem ser recomendados para estimular o crescimento capilar. No entanto, esses produtos devem ser usados sob a supervisão de um profissional de saúde. Tratamentos a laser: Terapias a laser podem ser utilizadas para estimular o crescimento capilar, como o Lad Terapia e Fotona Capilar. Todos devendo ser feitos por um profissional de saúde. Medicamentos prescritos: Em alguns casos, o médico pode prescrever medicamentos, como finasterida e dutasterida, para ajudar a combater a queda capilar. Esses medicamentos devem ser utilizados com prescrição médica, a fim de minimizar efeitos colaterais indesejados. Abordagem para o estresse: Se o estresse for um fator contribuinte, técnicas de gerenciamento de estresse, como meditação, ioga e exercícios, podem ser úteis. Lembre-se de que cada pessoa é única, e o tratamento ideal pode variar. Consulte sempre um profissional de saúde para obter orientação personalizada com base no seu histórico médico e nas características específicas do seu quadro de queda capilar. Se você está enfrentando a perda de cabelo e não está resolvendo com tratamento, o Transplante Capilar pode ser a solução. Essa técnica avançada oferece resultados naturais, devolvendo a densidade capilar perdida. Imagine poder desfrutar novamente da sensação de cabelos volumosos e saudáveis! Nós entendemos a importância dos seus cabelos para a sua autoestima e estamos aqui para ajudar. Agende sua consulta hoje e descubra as possibilidades do transplante capilar. Seus cabelos merecem uma segunda chance!
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O que é a Labioplastia
06.05.2024
Dra. Greice Kelly Araújo de Sá
O que é a Labioplastia
A labioplastia, também conhecida como ninfoplastia, é um procedimento cirúrgico que visa modificar o tamanho, o formato ou a simetria dos lábios vaginais e capuz clitoriano. Essa cirurgia é realizada para fins estéticos ou para aliviar desconfortos físicos, como irritação, dor durante o contato sexual ou a prática de atividades físicas, e até mesmo problemas com a higiene íntima.
Porque fazer a Labioplastia?
- Razões estéticas: Muitas mulheres buscam a labioplastia para alcançar um padrão de beleza mais alinhado com suas expectativas. Com correção de assimetria e retirada de área escurecida.
- Desconfortos físicos: A cirurgia pode aliviar a irritação, dor e incômodo causados por lábios vaginais grandes ou assimétricos;
- Melhora da autoestima: Sentir-se mais confiante com a própria imagem corporal pode ter um impacto positivo na qualidade de vida e sexualidade;
- Funcionais: Em muitos casos, os lábios vaginais aumentados podem causar desconforto ou dor durante atividades diárias como caminhar, andar de bicicleta, praticar esportes ou ter relações sexuais. Esse aumento pode ser congênito, resultado de alterações hormonais ou até decorrente de fatores como o parto.
Como é feita a cirurgia?
A labioplastia é um procedimento relativamente simples, realizado sob anestesia local, sedação ou raquianestesia, dependendo da complexidade do caso. Hoje em dia, com o avanço da tecnologia médica realizamos no próprio consultório com uso do Wavetronic ou laser. O cirurgião remove o excesso de tecido dos pequenos lábios, modelando-os de acordo com o desejo da paciente. A incisão é feita na parte interna dos lábios, deixando as cicatrizes praticamente invisíveis. Existem várias técnicas para realizar a labioplastia, incluindo:
- Ressecção em cunha: Retirada de um fragmento em forma de V dos lábios para reduzir o tamanho, preservando a borda natural.
- Ressecção linear: Corte direto ao longo da borda dos lábios para remover o excesso de pele.
Recuperação:
A recuperação da labioplastia envolve um período de repouso, em que a paciente deve evitar atividades físicas intensas e relações sexuais por, geralmente, 4 semanas e é recomendável o uso de analgésicos e antinflatórios após o procedimento.
Riscos e complicações
Como qualquer cirurgia, a labioplastia apresenta alguns riscos, como:
- Infecção: É importante manter a região limpa e seguir as orientações médicas para evitar infecções.
- Hematoma: Acúmulo de sangue na região, que pode ser resolvido com drenagem.
- Cicatrização inadequada: Em alguns casos, pode ocorrer formação de cicatrizes hipertróficas ou queloides. Esse risco diminui quando utilizamos o Wavetronic ou laser.
- Perda de sensibilidade: É um risco raro, mas pode ocorrer em alguns casos e normalmente reversível.
É Importante Consultar um Profissional
Antes de realizar a labioplastia, é fundamental consultar um ginecologista especializado em cirurgia íntima. O médico irá avaliar suas expectativas, realizar um exame físico e esclarecer todas as suas dúvidas.
Conclusão
A labioplastia é uma cirurgia que pode trazer diversos benefícios para as mulheres que desejam melhorar sua autoestima e qualidade de vida. No entanto, é importante ter em mente que a cirurgia não é a solução para todos os problemas e que cada caso deve ser avaliado individualmente. Converse com sua ginecologista.
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