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Invisalign: Sorriso dos Sonhos, Autoestima em Alta!
17.04.2024
Dr. Tiago Pereira
Diga adeus aos dias de sorrisos tímidos e autoestima abalada! Com o Invisalign, você conquista um sorriso radiante e restaura a confiança em si mesmo, sem precisar se esconder atrás de aparelhos metálicos volumosos. Mais do que alinhar os dentes, o Invisalign transforma vidas, te proporcionando: Autoestima nas Alturas: Um sorriso bonito é o seu cartão de visitas, influenciando diretamente na forma como você se vê e se relaciona com o mundo. O Invisalign te permite sorrir sem constrangimentos, aumentando a sua autoestima e te inspirando a conquistar seus sonhos com mais segurança. Estudos comprovam que pacientes que concluem o tratamento com Invisalign relatam um aumento significativo na confiança e na qualidade de vida. Invisalign: Funciona e Pode Ser Perfeito para Você! O Invisalign funciona para a maioria dos casos de má oclusão, desde os mais simples até os mais complexos. Através de alinhadores transparentes e removíveis, o tratamento corrige diversos problemas ortodônticos, como: Dentes apinhados: Diga adeus à falta de espaço na boca! O Invisalign reposiciona os dentes de forma suave e gradual, criando o espaço necessário para um sorriso harmônico. Dentes espaçados: Chega de sorrisos com "buracos"! O Invisalign aproxima os dentes de forma precisa, reduzindo os espaços e criando um sorriso mais uniforme. Mordida aberta: Corrija a mordida aberta e melhore a sua mastigação e fala com o Invisalign. O tratamento reposiciona a mandíbula para a posição ideal, otimizando a função bucal. Mordida cruzada: Diga adeus às dores e à má oclusão! O Invisalign corrige a mordida cruzada, alinhando os dentes e proporcionando mais saúde e conforto para a sua boca. Mordida profunda: Melhore a sua mordida profunda e previna problemas articulares com o Invisalign. O tratamento reposiciona a mandíbula e os dentes, otimizando a função mastigatória e protegendo a saúde bucal. Alinhadores Nacionais: Sorriso Brilhante, Custo Inteligente! O tratamento com alinhadores ortodônticos nacionais oferece uma solução prática, eficiente, invisível e com excelente custo-benefício. Produzidos com tecnologia de ponta e materiais de alta qualidade, os alinhadores nacionais garantem resultados impecáveis, alinhando seus dentes de forma precisa e confortável. Vantagens dos Alinhadores Nacionais: Acessibilidade: Custo mais acessível em comparação aos alinhadores importados, tornando o tratamento ortodôntico com Invisalign mais democrático e viável para todos. Qualidade Garantida: Fabricados com os mais altos padrões de qualidade, os alinhadores nacionais oferecem resultados impecáveis e duradouros. Tecnologia de Ponta: Incorporam tecnologia de última geração, garantindo precisão nos movimentos dentários e um tratamento eficiente. Suporte Personalizado: Conta com o acompanhamento de profissionais experientes e altamente qualificados, que garantem um atendimento personalizado e atencioso durante todo o tratamento. Sorria com Confiança, Sorria com Invisalign! Dê o primeiro passo para conquistar o sorriso dos seus sonhos e a autoestima que você merece! Consulte um ortodontista especialista em Invisalign e descubra como essa tecnologia inovadora pode transformar sua vida. Invista em um sorriso mais bonito, saudável e confiante com o Invisalign!
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Uma palavra sobre a demência de Alzheimer
11.04.2023
Dr. Daniel Felgueiras Rolo
O termo demência vem da origem latina de + mens, que significa literalmente a ausência ou a perda da mente. O médico Aloysius Alzheimer, em 1906, descreveu em um congresso nacional alemão, o primeiro caso da doença diagnosticada em uma paciente atendida por ele em 1901. Apesar do que muito se fala, Demência e Alzheimer não são necessariamente termos sinônimos. A Demência de Alzheimer, apesar de ser o mais frequente, é apenas um tipo entre tantos outros tipos. Não devemos esquecer de nomear os outros tipos, como, Demência de Corpúsculos de Lewy, Demência Frontotemporal, Demência Vascular, etc. Cada um desses diagnósticos com a sua clínica específica e seu tratamento necessário. A Demência de Alzheimer acomete cerca de 6%-8% dos idosos ? 65 anos. É responsável por 66% de todos os diagnósticos de transtorno cognitivo. A prevalência da doença dobra a cada 5 anos após os 65 anos de idade, sendo que na população ? 85 anos os sintomas estão presentes em mais de 45% da população. Acúmulo de proteínas B-Amilóides e de emaranhados neurofibrilares estão relacionados à progressão da doença em estudos post-mortem. Os dois maiores fatores de risco para o desenvolvimento da doença são a idade e a história familiar da doença, mas também podemos citar alterações genéticas (alelo APOE4), Síndrome de Down, traumatismo craniano, educação formal deficiente e doenças como hipertensão, diabetes, colesterol elevado e obesidade. A doença costuma evoluir de forma gradual, afeta em seu início a memória episódica recente (capacidade de lembrar de eventos ocorridos nos últimos minutos ou horas). A memória costuma ser o sintoma mais marcante da doença que se inicia onde essas memórias são fixadas, o hipocampo. Outras áreas afetadas inicialmente são a redução do léxico linguístico adquirido durante a vida e a capacidade de saber o caminho para casa e do trabalho, saber que dia, mês e ano estamos por exemplo. Após alguns anos, com a evolução do quadro, a doença passa a afetar outros domínios cognitivos, como a capacidade de realizar cálculos, organizar a vida prática (contas a pagar, tarefas domésticas a realizar etc.), assim como afeta o comportamento ou evoluindo com delírios e alucinações. O manejo da Demência de Alzheimer é desafiador, pois a doença afeta o paciente e sua família que necessita dispor de cuidados muito específicos. O tratamento envolve treinamento cogntivo do paciente, apoio e educação de familiares no cuidado, atenção com o ambiente para evitar quedas e otimizar a orientação dos pacientes em suas próprias casas, assim como cuidados com a segurança em relação a medicamentos, segurança financeira e a condução de veículos. O tratamento farmacológico é realizado com drogas que aumentam a disponibilidade de acetilcolina, como os Anticolinesterásicos (Donepezila, Rivastigmina e Galantamina) e a Memantina, este com supostos efeitos neuroprotetores. Outras classes de medicamentos podem ser importantes, como os Anti-depressivos e Psicotrópicos.
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Conheça os detalhes sobre a Rinoplastia
06.05.2024
Dr. Leonardo Fontes Silva
Sobre a Rinoplastia É cada vez mais comum encontrarmos pessoas em busca de melhorar a aparência e a proporção do nariz, com o objetivo de realçar a harmonia facial e melhorar sua autoestima. Por outro lado, muitas destas pessoas apresentam dificuldade respiratória em virtude de anormalidades estruturais no nariz, tais como desvio de septo nasal, hipertrofia de cornetos e sinusopatias. A Rinoplastia é o procedimento cirúrgico indicado para a remodelagem da estrutura nasal com objetivo estético. São inúmeras as possibilidades, como aumentar, diminuir ou afinar, levantar a ponta e diminuir o “calo” do nariz. Pré-Operatório Esteja no local agendado na hora marcada, de preferência com um acompanhante; Utilize roupas confortáveis e de preferência folgadas; Faça refeições leves e nutritivas e não consuma bebidas alcoólicas no dia anterior ao dia da cirurgia; Evite exercícios físicos forçados no dia do procedimento cirúrgico; Não utilize nenhum tipo de joias, maquiagem e esmalte; Lave bem o rosto no dia da cirurgia; Intraoperatório A anestesia é local e será aplicada após o paciente ser sedado pelo anestesista; A duração da cirurgia é em média de 2 horas; A técnica cirúrgica realizada pela equipe, na grande maioria dos casos, é a técnica fechada onda não deixa nenhuma cicatriz externa; Ao final do procedimento, realizamos um curativo externo com intuito de proteger as estruturas nasais; Não deixamos tampão nasal; Pós-Operatório A alta hospitalar acontecerá ao final do dia, exceto em casos excepcionais; No primeiro e no segundo dia a alimentação deverá ser fria (líquida ou pastosa). No terceiro dia em diante a alimentação é livre (evitar crustáceos por 15 dias). Não molhe o curativo; Realize compressa com gelo na região dos olhos nos 2 primeiros dias. (Nunca colocar o gelo em contato direto com a pele); Não faça atividade física por um período de 30 dias; Não se exponha ao sol por 60 dias, use filtro solar diariamente; Não dirija nos 3 primeiros dias; Evite falar muito e evite abaixar a cabeça durante 3 dias; Procure dormir com a cabeça mais elevada que o corpo; Eventualmente pode acontecer dores leves, pequenos hematomas abaixo dos olhos ou sangramentos em pequenas quantidades.
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Rinosseptoplastia Cirurgia estética e funcional
20.08.2020
Dr. Leonardo Fontes Silva
É cada vez mais comum encontrarmos pessoas em busca de melhorar a aparência e a proporção do nariz, com o objetivo de realçar a harmonia facial e melhorar sua autoestima. Por outro lado, muitas destas pessoas, apresentam dificuldade respiratória em virtude de anormalidades estruturais no nariz, tais como: desvio de septo nasal, hipertrofia de cornetos e sinusopatias. A Rinosseptoplastia é uma cirurgia realizada em um mesmo ato cirúrgico e tem dupla finalidade: melhorar a estética e a função nasal. Ou seja, fazer com que o nariz possa desempenhar plenamente suas funções, além de ficar com um aspecto bonito, uma vez que ele contribui de modo muito importante para harmonia facial. O médico é quem melhor reconhece a necessidade de uma cirurgia funcional. Sabe-se que a dificuldade da respiração pelo nariz interfere na saúde de todo o organismo e causa prejuízos para vários órgãos, em especial para os pulmões, coração e cérebro, interferindo diretamente na capacidade física, na qualidade do sono, no controle do estresse, da concentração e do raciocínio. A cirurgia funcional visa melhorar de maneira muito nítida a qualidade de vida do paciente. Por outro lado, a necessidade de cirurgias que visem melhorar o aspecto estético do nariz é reconhecida pelo próprio indivíduo. Numa conversa entre médico e paciente, as expectativas e desejos, bem como as técnicas e limitações cirúrgicas devem se abordadas, objetivando esclarecer dúvidas quanto aos resultados esperados. O procedimento cirúrgico é feito com anestesia local e sedação, tem duração média de 2 horas e o paciente recebe alta hospitalar no mesmo dia. Na maioria dos pacientes, utilizamos a técnica fechada e todas as incisões são feitas dentro do nariz, sem nenhum corte ou cicatriz externamente. O paciente deverá usar curativo recobrindo o nariz por uma semana e normalmente não necessitará fazer uso de tampões nasais. Edema e, ocasionalmente hematomas, persistem por uma semana, sendo incomum às dores pós-operatória. Após uma semana, o paciente estará retornando as atividades habituais. O resultado aproximado será observado em 2 meses. Constata-se uma melhora evidente na autoestima e um grande avanço nos parâmetros de qualidade de vida, entre eles a qualidade do sono e as disposições física e mental, ou seja, pessoas mais satisfeitas e mais saudáveis.
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Ansiedade
17.04.2024
Dr. Estacio Amaro
Os transtornos de ansiedade vêm crescendo, cada vez mais, no mundo contemporâneo. Acredita-se que, além da alteração orgânica, algumas situações como as exigências do mundo moderno, o estresse, as alterações da atualidade que levam à redução da qualidade de vida, entre outras, facilitam o desenvolvimento da ansiedade. A ansiedade cursa com sintomas, como: • Medo intenso e patológico • Diarreia • Tontura • Sudorese • Calafrios ou ondas de calor • Palpitações • Hipertensão • Taquicardia • “Formigamento” • Tremores • Aumento da frequência urinária A maioria das pessoas não sabe que os transtornos de ansiedade podem ser classificados em: TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA: ansiedade antecipatória (preocupação antecipada com algo que ainda vai ou não ocorrer), inquietação ou sensação de estar com os “nervos à flor da pele”, fadiga ou cansaço, dificuldade de concentração ou sensações de “branco”, irritabilidade, tensão muscular, perturbação do sono. TRANSTORNO DE PÂNICO: sintomas ansiosos juntamente com medo de morrer e/ou de enlouquecer, que duram, em média, de 30 a 60 minutos. Muitos têm a sensação de que estão tendo um infarto e procuram o cardiologista, mas, na verdade, estão apresentando um ataque de pânico. TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL: preocupação excessiva com situações sociais ou de desempenho, em que há necessidade de se expor, medo de ser avaliado e criticado. O medo da exposição pode ser: apresentar-se em público, alimentar-se na frente de pessoas desconhecidas, etc. FOBIA ESPECÍFICA: Medo acentuado e persistente, excessivo ou irracional, revelado pela presença ou antecipação de um objeto ou situação fóbica. As mais comuns são: sangue-injeção-ferimento, animais e situacionais (altura, locais fechados, etc.). TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO: presença de pensamentos obsessivos, como, por exemplo, “se eu não lavar as mãos, algo ruim irá acontecer com minha mãe”, além de compulsões (conhecidas popularmente como manias): contaminação (lavar as mãos excessivamente), verificação (a mais comum é de verificar se a porta está fechada), simetria (os objetos precisam estar alinhados), entre outras. TRANSTORNO DO ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO: exposição a um evento traumático, recordações aflitivas, pesadelos, revivescência do trauma, insônia, hipervigilância, resposta de sobressalto exagerada. O trauma é psíquico, como: presenciar um homicídio ou um suicídio, catástrofes, abusos físico e sexual, etc. TRANSTORNO DE ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO: mais comum em crianças e adolescentes. É o medo de estar longe de figuras de vínculo, de que algo ocorra e nunca mais as veja, seguir a pessoa pela casa, telefonar insistentemente para saber onde o pai e/ou a mãe estão, por exemplo, etc. Se você se identifica com algum desses sintomas descritos ou os percebe em seus familiares, não deixe de procurar assistência psiquiátrica e psicológica, visto que a ansiedade causa muito sofrimento e pode ser inclusive, incapacitante.
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Tratamento Escoliose
29.09.2020
Dr. José Ramalho Neto
ESCOLIOSE A escoliose caracteriza-se pelo desvio lateral da coluna, formando uma curvatura anormal que pode afetar tanto a região lombar, torácica ou cervical. Este tipo de desalinhamento afeta cerca de 3% da população mundial, que pode apresentar a alteração em diferentes graus e tipos, e resulta em transtornos tanto de ordem estética como funcional — causando dores e até mesmo comprometendo a função pulmonar. Embora muitas pessoas acreditem que o problema é resultante de maus hábitos posturais, isso não é necessariamente verdade: em geral, é o desvio característico da escoliose que resulta na má postura do paciente. Isso acontece porque o desvio na coluna provoca alterações no corpo como um todo, e casos mais graves, podem limitar a mobilidade do indivíduo e reduzir o espaço do tórax em que estão os órgãos do sistema respiratório e cardíaco. Tipos de escoliose A escoliose é uma deformidade que pode ter diferentes características, origens e prognósticos, evoluindo de maneiras variadas de acordo com seu tipo e região vertebral afetada. A gravidade da alteração pode ser determinada a partir do grau da curvatura apresentada pela coluna, o que também ajudará na definição do tipo de tratamento necessário para garantir qualidade de vida ao paciente. Levando em consideração o grau de curvatura, a escoliose pode ser classificada entre 5 níveis diferentes. São eles: Até 10 graus: curva fisiológica, geralmente sem necessidade de tratamento; Entre 10 a 20 graus: curva leve, já demandando a necessidade de acompanhamento especializado; De 20 a 40 graus: curva moderada; Mais de 40 a 45 graus: curva moderada a grave. No que diz respeito às causas da escoliose, a alteração pode ser classificada de acordo com a origem de sua formação. Neste caso, ela pode ser dividida entre: Escoliose congênita: responsável por cerca de 10% dos casos este tipo de escoliose está presente desde o nascimento, e é resultante da ocorrência de má formação ou divisão das vértebras; Escoliose neuromuscular: é causada a partir de sequelas de doenças neurológicas ou musculares; Escoliose idiopática: não possui causas conhecidas e apresenta características e níveis de evolução variados, sendo o tipo mais frequente de escoliose; Escoliose de início precoce: caracteriza-se pelo aparecimento da curvatura em idade precoce, antes dos 10 anos; Escoliose degenerativa do adulto: é causada pela degeneração de discos da coluna vertebral e de suas articulações, sendo resultante do avanço da idade. Qual a causa da escoliose? Como foi explicado, a escoliose pode ter diferentes causas e características. A maioria dos casos, porém, é considerada de causas desconhecidas (idiopática), embora fatores genéticos possam influenciar no desenvolvimento da doença. Outras causas da alteração estão relacionadas a doenças como paralisia cerebral e poliomielite, além de má formação congênita e trauma. Postura inadequada, sedentarismo, obesidade e prática inadequada de exercícios físicos são alguns hábitos que podem favorecer o desenvolvimento da escoliose, embora não sejam fatores decisivos para o aparecimento da curvatura. Com o aumento da expectativa de vida mundial, a tendência é que deformações de ordem degenerativa se tornem mais frequentes. Diagnóstico: como saber se uma pessoa tem escoliose? Os principais sinais clínicos da escoliose são visuais, e a curvatura pode ser observada por meio de assimetrias na cintura, diferença de altura dos ombros e arco costal proeminente. Em geral, os primeiros responsáveis por auxiliar no diagnóstico da alteração são os pais ou o próprio paciente, que identificam as assimetrias citadas ou percebem que a coluna parece desviar para um dos lados. A dor não é considerada um sintoma comum da escoliose, e geralmente se manifesta em casos específicos de adultos que deixaram a deformação progredir com o tempo. Outros sinais clínicos que podem ser observados em quadros de curvatura da coluna e que acendem um alerta para o diagnóstico são: Mamilos em alturas diferentes; Caixa torácica que parece ser maior de um lado, em comparação ao outro; Pernas aparentando ter tamanhos diferentes uma da outra; Escápula pronunciada em apenas um dos lados do corpo; Costelas em alturas diferentes; Desconforto muscular. Por mais que os sinais visuais apontem para a possibilidade da alteração, o diagnóstico oficial da escoliose deve ser feito por um médico ortopedista especializado em coluna, que faz um exame clínico minucioso e solicita exames de imagem para confirmar a presença do desvio. Em geral, os exames mais solicitados são a radiografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética. A realização da radiografia é essencial mesmo para casos em que é possível perceber a curvatura visualmente, uma vez que possibilita a visualização das reais condições da coluna e grau de inclinação. Este tipo de exame também permite que o especialista identifique lesões que afetam os discos e articulações, bem como visualize possíveis luxações na região. Como é o tratamento da escoliose? O tratamento da escoliose é sempre individualizado, e depende diretamente de fatores como a causa do problema, o grau da curvatura, a velocidade com que a deformidade está evoluindo, a idade do paciente e os desconfortos sentidos por ele. A prioridade é sempre oferecer o melhor para o paciente e atender às suas necessidades, respeitando seu corpo e suas características. Um tratamento conservador é a primeira opção, e tem o objetivo de impedir que o transtorno continue sua evolução, além de aliviar os sintomas e recuperar as funções da coluna. As principais abordagens conservadoras consistem no uso de coletes que ajudam na manutenção da postura, além de fisioterapia e Reeducação Postural Globalizada (RPG), fortalecimento muscular e utilização de órteses ortopédicas. Essas metodologias podem incluir, ainda, o uso de medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares para alívio da dor. A cirurgia para estabilização da coluna é recomendada para pacientes adultos e em casos muito específicos, em que a intervenção é realmente a melhor opção para as necessidades, características e qualidade de vida do paciente. O método de tratamento mais adequado deve ser definido pelo especialista em coluna com o paciente, sempre respeitando as particularidades do indivíduo. Independentemente da abordagem adotada, o acompanhamento profissional é fundamental para evitar complicações como danos na medula, dificuldades respiratórias e problemas relacionados à autoestima. Para saber mais sobre escoliose, entender as opções de tratamento e tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto, entre em contato e agende uma consulta com ortopedista especialista em coluna Dr José Ramalho Neto - Neurocirurgião CRM/PB 7703 / RQE 6058
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Imunodeficiência Primária
27.06.2024
Dra. Mayara Madruga
Nosso sistema imunológico tem como funções nos defender de diferentes microrganismos que causam infecções e também tem um papel de vigilância sobre células que causam autoagressão a nossos órgãos e sobre células cancerosas que podem surgir em nosso organismo. Sendo assim, doenças ou medicamentos que afetam o funcionamento do nosso sistema imune, nos deixam com maior predisposição para ter infecções, doenças autoimunes (autoagressão) ou câncer. As imunodeficiências primárias (IDP) ou erros inatos da imunidade (EII) são um grupo de doenças nas quais a principal alteração se encontra no funcionamento do sistema imune. são doenças genéticas e a maioria delas se manifesta nas crianças. No entanto, nem sempre há história da doença na família e, em alguns casos, as manifestações podem surgir na idade adulta. As IDP's são mais de 450 doenças com manifestações diferentes de acordo com o setor do sistema imune acometido. Os sintomas podem ser desde leves até muito graves, com grande risco para a saúde ou mesmo para a vida do paciente. Por conta disso, é muito importante fazer o diagnóstico o mais cedo possível, para evitar sequelas ou mesmo a morte.
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Septoplastia
09.04.2024
Dr. Emanuel Veras
Septoplastia O septo nasal é uma estrutura composta por cartilagem e por osso a qual separa as duas fossas nasais. Quando essa estrutura não se encontra centralizada, as fossas nasais ficam estreitas e apresentam resistência à passagem do ar. O septo pode desviar para um ou para os dois lados do nariz, assumindo, inclusive, um formato similar a um S. A principal causa de desvio do septo é o trauma nasal, incluindo os pequenos traumas ocorridos durante a infância, os quais, muitas vezes, nem são percebidos. Pacientes que têm desvio de septo costumam ter alguns sintomas, sendo os mais comuns: dificuldades, para respirar, dor de cabeça, dor no rosto, em especial, próximo ao nariz, sangramento nasal recorrente, ronco, apneia do sono, cansaço fora do comum, dificuldade em sentir cheiro e sabor e nariz entupido de forma constante. A principal complicação gerada pelo desvio de septo nasal é a dificuldade de respirar pelo nariz, porém a congestão nasal não é um sintoma exclusivo do desvio de septo, é por isso que outras doenças podem ser confundidas com essa condição, como rinite e sinusite, por exemplo. Entretanto, cada uma dessas doenças tem um tratamento específico. Enquanto as rinites são tratadas clinicamente, o desvio de septo pode requerer cirurgia: a septoplastia. A septoplastia é o procedimento realizado, para corrigir o desvio de septo nasal. Segundo a Associação Americana de Otorrinolaringologia, 80% da população apresenta algum grau de desvio de septo. A cirurgia geralmente é realizada com anestesia geral, e os pacientes ficam internados por um dia, dependendo da evolução pós-operatória. A região abordada é extremamente complexa, com artérias e com veias que irrigam as fossas nasais e os seios paranasais. Além disso, situa-se bem próxima às órbitas e às meninges e possui muitas variações anatômicas. Trata-se de uma cirurgia exploradora, ou seja, é impossível prever exatamente quais alterações serão encontradas, portanto, muitas decisões podem e devem ser tomadas durante a cirurgia. Os pacientes podem ou não necessitar de tampão nasal no pós-operatório. Caso o paciente apresente obstrução nasal, deve procurar o seu otorrinolaringologista para avaliação e possíveis tratamentos. Dr. Emanuel Veras CRM/PB 13022 Otorrinolaringologia
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