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Terapia regenerativa e os avanços da dermatologia estética
14.02.2022
Dra. Monique de Oliveira Valdek
Envelhecer é o caminho natural de qualquer ser humano. Devido a esse processo, há uma reabsorção dos coxins de gordura facial, associada a reabsorção óssea, causando um desabamento na face, por isso, a ciência tem criado técnicas para minimizar os efeitos dessa mudança de idade. Além dos preenchedores e bioestimuladores, a dermatologia passou a estudar como melhorar as características da pele sem criar volume, além de avaliar como prevenir esse envelhecimento, por esse motivo, muitos estudos estão sendo realizados acerca do rejuvenescimento e reparação celular. Nessa nova fase da cosmiatria, ao invés de corrigir os efeitos do envelhecimento, a prioridade tem sido o Prejuvenation (prevenir o envelhecimento), visando resultados mais naturais e harmônicos. A terapia regenerativa é uma técnica que chegou ao Brasil, e que já está sendo muito discutida nos principais meetings internacionais de dermatologia, sendo bastante estudada na Europa e nos Estados Unidos. Essa terapia tem sido vista como o futuro da cosmiatria, pois, em linhas gerais, visa acelerar o ritmo de regeneração das células. Trata-se de um processo natural, sem riscos e com melhora progressiva da pele. A terapêutica consiste em aplicar as próprias proteínas de crescimento celular do paciente em diferentes áreas do corpo, para favorecer seu rejuvenescimento. As plaquetas, células contidas no nosso sangue, são ricas nesses fatores de crescimento, tendo um importante papel em diversas etapas de reparação tecidual, entre eles constam o PDGF e VEGF, que estimulam o crescimento de novos vasos sanguíneos, o FDF que estimula a produção de colágeno e o EGF que estimula a reprodução e crescimento celular. Na dermatologia, a terapia é utilizada no rejuvenescimento facial, com a melhora na hidratação, na elasticidade, na flacidez e no contorno facial, nas alopecias (queda de cabelo), cicatrizes e estrias. O material a ser injetado é obtido através da centrifugação sanguínea do próprio paciente, para obter um concentrado dos fatores de crescimento. Após isso, pode ser homogeneizado com oligoelementos e/ou ácido hialurônico, otimizando os resultados. Essa substância é aplicada no local a ser tratado, e age estimulando a regeneração e o crescimento celular. A terapia regenerativa é um tratamento moderno que preza pela naturalidade, uma nova forma de tratar o envelhecimento cutâneo, e quando se fala em Prejuvenation, é impossível deixá-la de lado. Ainda há muito a descobrir em relação a regeneração celular, por isso, essa técnica vem sendo cada vez mais estudada, e mais protocolos científicos têm sido criados para inseri-la no arsenal da cosmiatria. A pele, como maior órgão do corpo humano é, sem dúvida, uma das protagonistas nessa nova fronteira científica.
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Rinoplastia
01.04.2024
É cada vez mais comum encontrarmos pessoas em busca de melhorar a aparência e a proporção do nariz, com o objetivo de realçar a harmonia facial e melhorar sua autoestima. Por outro lado, muitas destas pessoas, apresentam dificuldade respiratória em virtude de anormalidades estruturais no nariz, tais como: desvio de septo nasal, hipertrofia de cornetos e sinusopatias. A rinoplastia é o procedimento cirúrgico indicado para a remodelagem da estrutura nasal com objetivo estético. São inúmeras as possibilidades, como aumentar, diminuir ou afinar o nariz, levantar a ponta e diminuir o “calo” do nariz. Na Rinosseptoplastia, além da cirurgia estética (rinoplastia), existe a correção de desvio de septo, posicionamento e má formação, que podem inferir diretamente na função nasal. O que é? A Rinosseptoplastia, é uma cirurgia realizada em um mesmo ato cirúrgico e tem dupla finalidade: melhorar a estética e a função nasal. Ou seja, fazer com que o nariz possa desempenhar plenamente suas funções, além de ficar com um aspecto bonito, uma vez que ele contribui de modo muito importante para harmonia facial. Quem deve realizar a Rinosseptoplastia? O médico é quem melhor reconhece a necessidade de uma cirurgia funcional. Sabe-se que a dificuldade da respiração pelo nariz interfere na saúde de todo o organismo e causa prejuízos para vários órgãos, em especial para os pulmões, coração e cérebro, interferindo diretamente na capacidade física, na qualidade do sono, no controle do estresse, da concentração e do raciocínio. A cirurgia funcional visa melhorar de maneira muito nítida a qualidade de vida do paciente. Por outro lado, a necessidade de cirurgias que visem melhorar o aspecto estético do nariz é reconhecida pelo próprio indivíduo. Numa conversa entre médico e paciente, as expectativas e desejos, bem como as técnicas e limitações cirúrgicas devem se abordadas, objetivando esclarecer dúvidas quanto aos resultados esperados. Como é feita a cirurgia? O procedimento cirúrgico é feito com anestesia local e sedação, tem duração média de 2 horas, e o paciente recebe alta hospitalar no mesmo dia. Na maioria dos pacientes, utilizamos a técnica fechada, e todas as incisões são feitas dentro do nariz, sem nenhum corte ou cicatriz externamente. Recuperação pós-operatória O paciente deverá usar curativo cobrindo o nariz por uma semana e normalmente não necessita fazer uso de tampões nasais. Edema e, ocasionalmente hematomas, persistem por uma semana, sendo incomum as dores pós-operatórias. Após uma semana, o paciente estará retornando as atividades habituais. Resultado O resultado aproximado será observado em 2 meses. Constata-se uma melhora evidente na autoestima e um grande avanço nos parâmetros de qualidade de vida, entre eles a qualidade do sono e as disposições física e mental, ou seja, pessoas mais satisfeitas e mais saudáveis.
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Precisão no tratamento das varizes
18.08.2020
Dr. Antonio Luis Ximenes
A Flebologia Estética ganhou muitas ferramentas tecnológicas que permite aos pacientes terem melhores resultados no tratamento de suas varizes e das telangectasias nas pernas (vasinhos). Dentre elas temos como um grande aliado, o aparelho de laser, o qual em conjunto com o resfriador de pele, possibilita realizarmos uma lesão térmica nos vasinhos que associado com a escleroterapia possibilita um resultado superior e mais efetivo no combate aos vasinhos. Outra arma tecnológica importante no combate às varizes é o VeinViewer, aparelho de tecnologia americana que traz a Realidade Vascular Aumentada, através de uma luz, que projeta na pele os vasos invisíveis ao olho nu e pequenos demais para serem vistos ao ultrassom. O VeinViewer é um marco no tratamento das varizes. Aumenta a acuidade diagnóstica tanto no mapeamento pré-cirurgia de varizes como na procura de veias nutrícias que dificultam o resultado estético no tratamento escleroterápico das telangectasias. A luz próxima ao infravermelho projetada é absorvida pelo sangue e é refletida no tecido ao redor, facilitando o mapeamento das veias. A informação é captada, processada e projetada digitalmente em tempo real diretamente na superfície da pele e fornece uma imagem precisa do padrão sanguíneo do paciente instantaneamente. Com o visualizador de veias VeinViewer, o Cirurgião Vascular pode visualizar veias periféricas, bifurcações e válvulas e avaliar em tempo real o fluxo/preenchimento das veias durante a escleroterapia e do laser.
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O uso de fios de PDO (Polidioxanona)
12.10.2022
Dra. Ana Carolina Lustosa
Os fios de PDO (polidioxanona) são um tipo de material utilizado em procedimentos estéticos minimamente invasivos para rejuvenescimento facial. A polidioxanona é um material absorvível, o que significa que é naturalmente degradado e reabsorvido pelo corpo ao longo do tempo. Os fios de PDO são feitos de um polímero sintético biocompatível que é usado em várias aplicações médicas, incluindo cirurgias cardíacas e oftalmológicas. Na estética, esses fios são inseridos sob a pele para levantar e redefinir áreas específicas do rosto, como sobrancelhas, bochechas, mandíbula e pescoço. O procedimento envolve a inserção dos fios sob a pele com agulhas finas ou cânulas. Uma vez inseridos, os fios estimulam a produção de colágeno na área tratada, promovendo a firmeza e a elasticidade da pele. Além disso, os fios fornecem um efeito de sustentação imediato, ajudando a levantar e reposicionar os tecidos flácidos. Os resultados dos procedimentos com fios de PDO geralmente são visíveis imediatamente após o tratamento e continuam melhorando ao longo das semanas seguintes, à medida que o colágeno é produzido e a pele se firma. Os efeitos podem durar vários meses a mais de um ano, dependendo da qualidade da pele, do tipo de fio usado e de outros fatores individuais. Os procedimentos com fios de PDO são considerados relativamente seguros quando realizados por um profissional qualificado, mas como em qualquer procedimento estético, existem riscos potenciais, como hematomas, infecção, reações alérgicas e resultados indesejados. É importante discutir os benefícios, riscos e expectativas do tratamento com um médico especializado em estética antes de decidir prosseguir com o procedimento.
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O envelhecer: por que precisamos conversar sobre isso?
20.03.2023
Dr. Daniel Felgueiras Rolo
Muitos de nós pensamos em viver por muitos anos. No entanto, poucos pensam em como envelhecerão.Viver uma vida longeva está inevitavelmente atrelada ao envelhecer, no entanto, costumamos dissociar as duas coisas frequentemente. Seria pelo medo dos anos de dependência física, dificuldades para se vestir, tomar banho, fazer a própria toalete, tomar decisões importantes, lembrar das pessoas que amamos etc. ou seria pelo medo de morrer?Nos últimos 120 anos, o mundo vem passando por uma mudança enorme, chamada transição demográfica. Antes, as famílias precisavam ter vários filhos, uma vez que não se sabia quantos desses filhos chegariam à idade adulta para ajudar na lavoura. A mortalidade infantil era absurdamente elevada. Com a melhora das condições de saúde, essa mortalidade despencou. Nessa nova situação, mesmo com a redução das taxas de óbito infantil, as famílias continuavam a ter vários filhos. Isso fez aumentar e muito os núcleos familiares. Com o aumento da importância das metrópoles, houve a migração para as cidades da população do campo e, com isso, o aumento do custo de se educar, alimentar e, em fim, manter vários filhos dignamente.Com isso, as famílias passaram a repensar o melhor momento e quantos filhos deveriam ter. Com o tempo, houve uma redução do número de filhos por casais. Famílias que tinham em torno de 9 filhos, passaram a ser cada vez mais raras, dando lugar, lentamente, a famílias com 1 ou no máximo 2 filhos. Em estados do sul do país, já podemos observar uma característica de involução populacional, quando há menos de 1 filho por casal nos registros.Outra mudança importante ocorrida no último século está associada ao que chamamos de transição demográfica que é a mudança no padrão de mortalidade da população nesse período. Antes, as pessoas morriam em grande parte por questões como infecções ou acidentes. Com a descoberta dos antibióticos, por exemplo, houve uma mudança desse padrão, com redução das mortes por infecções e aumento das mortes por doenças crônicas, como doenças do cérebro e cardiovasculares (infarto do miocárdio, acidentes vasculares etc.) e neoplasias.Dados do IBGE mostram que a população de idosos no Brasil (acima de 60 anos) tende a aumentar nos próximos 40 anos. Hoje, temos algo em torno de 10% de idosos, mas em 2050, seremos em torno de 30%, enquanto que o número de jovens tende a reduzir (25% em 2010, para 13% em 2050).“Percebam que me coloco na primeira pessoa do plural na última frase, pois em 2050, serei um desses idosos. Um conflito de interesses da minha parte? Com certeza! Precisamos de uma sociedade que saiba lidar com o envelhecer e que propicie condições para que isso ocorra de forma bem-sucedida.” Diz Dr. Daniel.Nos Estados Unidos, os dados mostram que não teremos tempo hábil para a formação suficiente de pessoas especializadas no cuidado com o Idoso (Geriatras e Gerontólogos) para o aumento da demanda. Isso tende a se estender até por volta de 2050. Eles já estão desenvolvendo formas de treinar médicos generalistas nesse cuidado, pois nem sempre um Geriatra estará disponível.Nos países menos desenvolvidos, essa mudança demográfica, de um país de jovens para um país de idosos, ocorrerá de maneira ainda mais arrebatadora. Com os núcleos familiares reduzidos, a probabilidade de um idoso não ter uma pessoa jovem para cuidar dele em sua velhice cresce a cada dia.O principal objetivo do Geriatra é proporcionar um envelhecimento bem-sucedido e independente. Ou seja, quando pensarmos em viver vidas longevas, junto com um Geriatra, poderemos pensar também em envelhecer com qualidade.
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Meu filho não tem cava no pé?
11.07.2022
Dr. Felipe Tavares Sena
Uma das grandes queixas nos consultórios de Ortopedia é de mães que trazem seus filhos para avaliar a pisada, pois percebem que a “cava do pé” não apareceu ainda. Os pais realmente têm razão. Quando as crianças estão aprendendo a se equilibrar e a dar os seus primeiros passos – por volta de 1 ano de idade, o arco longitudinal medial ainda não se formou, e não se consegue perceber o aparecimento da tão falada cava do pé. Entretanto, algumas crianças, que não têm cava, desenvolverão pés planos, e, assim, permanecerão na adolescência e idade adulta. Terão altas chances de fazerem um pé plano doloroso, de tratamento muito difícil. É preciso agir cedo, justamente entre 1 e 2 anos, no sentido de orientar e dar início ao tratamento e à prevenção. Um simples exame clínico, feito com um aparelho mais parecido com uma balança (podoscópio), onde a criança sobe e tem sua pisada avaliada imediatamente, pode detectar ausência ou presença da cava e se esta é, ou não patológica, ou seja, se precisa ou não de tratamento. O tratamento vai desde apenas observação e uso de órteses (palmilhas, tênis e botas ortopédicas), nos primeiros anos de vida, a pequenos procedimentos cirúrgicos, nas idades mais próximas dos 10 anos. Todos, no sentido de evitar que a criança se torne um adolescente ou um adulto com o pé plano e doloroso, apresentando grande dificuldade para usar calçados diversos e incapacidade para alguns esportes e determinados tipos de trabalho, comprometendo significativamente sua qualidade de vida. Portanto, a época de procurar o devido atendimento é nos primeiros meses e anos de vida, quando ainda dá tempo de iniciar um tratamento mais adequado e mais simples, com os menores transtornos possíveis.
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Por que a próstata dos homens cresce? É preciso fazer cirurgia?
13.05.2020
Dr. Rafael Mourato
A próstata é uma glândula presente em homens que se localiza logo abaixo da bexiga. Após os 40 anos é comum que haja crescimento da parte interna da próstata causando uma obstrução e dificultando a passagem da urina por um canal chamado uretra. Este crescimento que chamamos na medicina de Hiperplasia Prostática Benigna, ou apenas pela sigla HPB, acontece em 1 a cada 2 homens com mais de 50 anos, e nesse período os homens ou seus familiares começam a perceber algumas mudanças, como o fato de acordar mais vezes à noite para urinar, demorando mais tempo para esvaziar a bexiga, e com jato de urina mais fraco que se inicia e para várias vezes. Durante viagens alguns homens precisam se programar pensando sobre os banheiros que haverá no caminho, e outros precisam ir ao banheiro com muita rapidez, pois têm a sensação de que poderão perder urina a qualquer momento. Neste momento é muito comum surgirem dúvidas sobre a gravidade, e se este problema é ou pode se tornar um câncer. Todavia é sempre tranquilizador para todos, saberem que é um problema benigno, que, assim, não é câncer e nem tem a possiblidade de se tornar. A grande maioria dos casos não apresentam gravidade, e a evolução varia muito de homem para homem, mas é sempre tratável. De todas as dúvidas que tenho respondido a que percebo ser mais presente é: “Doutor, eu vou precisar operar a próstata? ”, e em seguida, “Vou ficar impotente? ” E a resposta quase sempre para as duas perguntas é não. Primeiro porque o tratamento inicial consiste principalmente no uso de medicações que “relaxam” a próstata para ajudar na passagem da urina e outras medicações que auxiliam reduzindo o tamanho da próstata em até 30%. Segundo porque é extremamente rara a ocorrência de impotência sexual no tratamento do crescimento benigno da próstata. O que é diferente quando falamos em câncer de próstata, mas aí é assunto para conversarmos em um outro momento. Além disso, é muito importante ressaltar, que o tamanho da próstata não importa tanto, o que realmente conta é o quanto o homem se sente incomodado com a forma como urina. A necessidade de cirurgia nos pacientes com próstata crescida é muito bem estabelecida de acordo com as sociedades de urologia brasileira, americana e europeia, está indicada nos homens que tiveram mais de uma obstrução completa da passagem da urina, ou àqueles que tiveram alterações renais devido ao crescimento da próstata, infecções urinárias recorrentes, formação de cálculos (pedras) na bexiga ou presença de sangue na urina. Assim, a mensagem que deixo para o leitor é que quando se trata do crescimento da próstata, uma conversa detalhada com o Urologista sobre o que se sente, sobre o quanto a situação tem atrapalhado no dia-a-dia é muito mais importante do que o resultado dos exames, que apenas auxiliam em algumas decisões durante o tratamento.
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Como se preparar para uma cirurgia do quadril
06.05.2024
Dr. Carlos Rava
Como se preparar para uma cirurgia do quadril? Preparar-se para uma cirurgia do quadril é um passo muito importante para os resultados pós-operatórios e a recuperação do paciente. Aqui estão algumas orientações abrangentes para ajudar indivíduos a se prepararem de maneira eficaz para esse procedimento. 1. Consulta pré-operatória Antes da cirurgia, é essencial ter uma consulta pré-operatória com o cirurgião ortopédico. Durante essa consulta, serão discutidos detalhes específicos sobre a cirurgia, os benefícios esperados e os possíveis riscos. Os pacientes devem aproveitar essa oportunidade para esclarecer dúvidas, compreender as expectativas e discutir quaisquer preocupações que possam ter. 2. Avaliação médica abrangente O médico realizará uma avaliação médica abrangente para garantir que o paciente esteja fisicamente apto para a cirurgia. Isso pode envolver exames de sangue, eletrocardiograma e outros testes para avaliar a saúde geral. 3. Preparação psicológica A cirurgia do quadril pode ser um evento estressante. É importante abordar aspectos psicológicos, compreendendo as expectativas, preparando-se para a recuperação e buscando apoio emocional, se necessário. Conversar com pessoas conhecidas ou um profissional de saúde mental pode ser benéfico. 4. Planejamento da recuperação em casa Antes da cirurgia, os pacientes devem preparar suas casas para facilitar a recuperação. Isso pode incluir a criação de um ambiente seguro, remoção de tapetes escorregadios, instalação de corrimãos e garantia de acesso fácil a itens essenciais diários, por exemplo. 5. Exercícios pré-operatórios Sob a orientação do fisioterapeuta, os pacientes podem ser instruídos a realizar exercícios específicos para fortalecer os músculos ao redor do quadril antes da cirurgia. 6. Orientações sobre medicamentos É importantes conversar com profissional sobre medicamentos que você utiliza regularmente, mesmo que sejam destinados a cuidados com outras áreas da saúde. O médico discutirá quais medicamentos o paciente deve interromper ou continuar antes da cirurgia. Isso pode incluir ajustes na medicação para controle da dor, anticoagulantes ou outros medicamentos que possam afetar a cirurgia. 7. Jejum pré-operatório Geralmente, os pacientes são orientados a jejuar por um período específico antes da cirurgia. Isso ajuda a reduzir os riscos associados à anestesia. 8. Procedimentos de higiene pessoal Antes da cirurgia, é comum receber instruções sobre procedimentos de higiene pessoal. Isso pode incluir banhos específicos ou a aplicação de produtos antimicrobianos para reduzir o risco de infecções. 9. Compreensão da anestesia Os pacientes devem discutir com o anestesista o tipo de anestesia que será administrado durante a cirurgia. Esse é um momento para esclarecer dúvidas sobre alergias, possíveis efeitos colaterais e o processo de recuperação da anestesia. 10. Preparação para a estadia hospitalar Se a cirurgia exigir internação, os pacientes devem organizar sua estadia hospitalar, incluindo a preparação de uma bolsa com itens essenciais, como roupas confortáveis, artigos de higiene pessoal e documentos importantes. 12. Conhecimento sobre a reabilitação pós-cirúrgica Antes da cirurgia, os pacientes devem compreender o plano de reabilitação pós-cirúrgica. Isso inclui a frequência e os tipos de exercícios, restrições de atividades e o acompanhamento necessário com fisioterapeutas e profissionais de saúde. A preparação para uma cirurgia do quadril envolve uma abordagem abrangente, desde aspectos médicos até a preparação psicológica e logística para a recuperação. Seguir todas as orientações médicas e participar ativamente do processo pode contribuir significativamente para uma cirurgia e uma recuperação mais tranquilas.
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