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Queda de Cabelo: Até que ponto é normal?
17.04.2024
Dr. Sergio Luiz Camara Lopes Jr.
Queda de cabelo: Até que ponto é considerada normal? Você já se pegou olhando no espelho, preocupado (a) com a quantidade de cabelos que fica na escova ou no chão do banheiro? A queda de cabelo é uma preocupação muito comum, mas até que ponto ela é considerada normal? Neste artigo, vamos entender quando é hora de procurar ajuda, quais as causas e os tratamentos disponíveis. Os Sinais Silenciosos A queda de cabelo pode começar de forma sutil, muitas vezes passando despercebida. Você pode notar alguns fios a mais na escova, mas será que é algo para se preocupar? Atenção aos sinais silenciosos que seu corpo envia. A quantidade normal de cabelos que uma pessoa pode perder diariamente pode variar, mas estima-se que a perda média seja de 50 a 100 fios por dia. Esse número pode variar de acordo com fatores individuais, como tipo de cabelo, genética, idade, saúde geral e condições específicas do couro cabeludo. Se a queda parece excessiva ou se você nota uma diminuição significativa na densidade capilar, é hora de investigar mais a fundo. O Que Causa a Queda Capilar? Existem diversas razões para a queda de cabelo, desde fatores genéticos até problemas de saúde e estresse. Compreender as causas é crucial para determinar o melhor tratamento. Abaixo, veremos algumas das causas mais comuns da queda de cabelo: Fatores Genéticos (Hereditariedade): Se há histórico familiar de calvície ou queda capilar, você pode ter maior probabilidade de enfrentar o mesmo problema. Desequilíbrios Hormonais: Pode ocorrer durante a gravidez, parto e menopausa. Distúrbios da tireoide também podem contribuir para a queda de cabelo. Estresse: Situações de estresse físico ou emocional podem desencadear a queda capilar. Isso pode incluir eventos traumáticos, cirurgias, doenças graves ou estresse emocional prolongado. Problemas de Saúde: Algumas condições médicas, como alopecia areata, dermatite seborreica, infecções do couro cabeludo ou outras doenças autoimunes, podem resultar na perda de cabelo. Medicamentos e Tratamentos Médicos: Certos medicamentos, como utilizados em quimioterapia, medicamentos para a pressão arterial, antidepressivos e outros, podem causar queda de cabelo como efeito colateral. Estilo de Vida e Nutrição: Uma dieta pobre em nutrientes essenciais, deficiências vitamínicas (como ferro e biotina), dietas extremamente restritivas e hábitos de vida pouco saudáveis podem afetar a saúde capilar. Agressões Externas: Exposição excessiva ao calor, produtos químicos agressivos, tratamentos capilares frequentes e penteados apertados podem danificar os folículos capilares, levando à queda de cabelo. Envelhecimento: À medida que envelhecemos, é natural que a taxa de crescimento capilar diminua, e a qualidade dos fios pode ser afetada. Como funciona o tratamento? O tratamento adequado dependerá da causa subjacente da queda capilar. Aqui estão algumas abordagens gerais que podem ajudar a tratar a queda capilar: Consulte um profissional de saúde: Antes de iniciar qualquer tratamento, é crucial consultar um dermatologista ou um médico especializado em saúde capilar. Eles podem diagnosticar a causa da queda capilar e recomendar o tratamento apropriado. Cuide da sua dieta: Uma dieta equilibrada e rica em nutrientes essenciais pode ajudar a promover a saúde capilar. Certifique-se de incluir alimentos ricos em vitaminas (como vitamina A, C, E), minerais (como ferro e zinco) e proteínas. Tratamentos tópicos: Existem produtos tópicos, como o minoxidil,que podem ser recomendados para estimular o crescimento capilar. No entanto, esses produtos devem ser usados sob a supervisão de um profissional de saúde. Tratamentos a laser: Terapias a laser podem ser utilizadas para estimular o crescimento capilar, como o Lad Terapia e Fotona Capilar. Todos devendo ser feitos por um profissional de saúde. Medicamentos prescritos: Em alguns casos, o médico pode prescrever medicamentos, como finasterida e dutasterida, para ajudar a combater a queda capilar. Esses medicamentos devem ser utilizados com prescrição médica, a fim de minimizar efeitos colaterais indesejados. Abordagem para o estresse: Se o estresse for um fator contribuinte, técnicas de gerenciamento de estresse, como meditação, ioga e exercícios, podem ser úteis. Lembre-se de que cada pessoa é única, e o tratamento ideal pode variar. Consulte sempre um profissional de saúde para obter orientação personalizada com base no seu histórico médico e nas características específicas do seu quadro de queda capilar. Se você está enfrentando a perda de cabelo e não está resolvendo com tratamento, o Transplante Capilar pode ser a solução. Essa técnica avançada oferece resultados naturais, devolvendo a densidade capilar perdida. Imagine poder desfrutar novamente da sensação de cabelos volumosos e saudáveis! Nós entendemos a importância dos seus cabelos para a sua autoestima e estamos aqui para ajudar. Agende sua consulta hoje e descubra as possibilidades do transplante capilar. Seus cabelos merecem uma segunda chance!
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Conheça os detalhes sobre a Rinoplastia
06.05.2024
Dr. Leonardo Fontes Silva
Sobre a Rinoplastia É cada vez mais comum encontrarmos pessoas em busca de melhorar a aparência e a proporção do nariz, com o objetivo de realçar a harmonia facial e melhorar sua autoestima. Por outro lado, muitas destas pessoas apresentam dificuldade respiratória em virtude de anormalidades estruturais no nariz, tais como desvio de septo nasal, hipertrofia de cornetos e sinusopatias. A Rinoplastia é o procedimento cirúrgico indicado para a remodelagem da estrutura nasal com objetivo estético. São inúmeras as possibilidades, como aumentar, diminuir ou afinar, levantar a ponta e diminuir o “calo” do nariz. Pré-Operatório Esteja no local agendado na hora marcada, de preferência com um acompanhante; Utilize roupas confortáveis e de preferência folgadas; Faça refeições leves e nutritivas e não consuma bebidas alcoólicas no dia anterior ao dia da cirurgia; Evite exercícios físicos forçados no dia do procedimento cirúrgico; Não utilize nenhum tipo de joias, maquiagem e esmalte; Lave bem o rosto no dia da cirurgia; Intraoperatório A anestesia é local e será aplicada após o paciente ser sedado pelo anestesista; A duração da cirurgia é em média de 2 horas; A técnica cirúrgica realizada pela equipe, na grande maioria dos casos, é a técnica fechada onda não deixa nenhuma cicatriz externa; Ao final do procedimento, realizamos um curativo externo com intuito de proteger as estruturas nasais; Não deixamos tampão nasal; Pós-Operatório A alta hospitalar acontecerá ao final do dia, exceto em casos excepcionais; No primeiro e no segundo dia a alimentação deverá ser fria (líquida ou pastosa). No terceiro dia em diante a alimentação é livre (evitar crustáceos por 15 dias). Não molhe o curativo; Realize compressa com gelo na região dos olhos nos 2 primeiros dias. (Nunca colocar o gelo em contato direto com a pele); Não faça atividade física por um período de 30 dias; Não se exponha ao sol por 60 dias, use filtro solar diariamente; Não dirija nos 3 primeiros dias; Evite falar muito e evite abaixar a cabeça durante 3 dias; Procure dormir com a cabeça mais elevada que o corpo; Eventualmente pode acontecer dores leves, pequenos hematomas abaixo dos olhos ou sangramentos em pequenas quantidades.
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Metástases Cerebrais
09.04.2024
Dr. Eduardo Guedes
O que são Metástases Cerebrais? Metástases cerebrais são tumores que se formam no cérebro a partir de um câncer originado em outra parte do corpo. Elas ocorrem quando células cancerígenas se desprendem do tumor primário, viajam pela corrente sanguínea ou linfática e se instalam no tecido cerebral. Quais os Tipos de Câncer Mais Propensos a Causar Metástases Cerebrais? Os tipos de câncer mais propensos a se espalhar para o cérebro incluem: - Pulmão - Mama - Pele (Melanoma) - Rins - Cólon e Reto Sintomas de Metástases Cerebrais Os sintomas das metástases cerebrais variam de acordo com a localização, tamanho e número das metástases, e podem incluir: - Dor de cabeça: Geralmente é o sintoma mais comum e pode ser persistente, grave e piorar à noite ou ao se levantar. - Náuseas e vômitos - Crises epilépticas - Fraqueza ou dormência em um lado do corpo - Dificuldades de fala ou compreensão - Problemas de visão - Tontura ou desequilíbrio - Alterações na personalidade ou humor - Confusão ou perda de memória - Diagnóstico de Metástases Cerebrais O diagnóstico de metástases cerebrais geralmente envolve uma combinação de métodos, como: - Exame físico e histórico médico - Tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM) do cérebro - Exames de sangue - Biópsia do tumor Tratamento de Metástases Cerebrais O tratamento das metástases cerebrais depende de diversos fatores, como o tipo e o estágio do câncer primário, a localização, o tamanho e o número das metástases, e a saúde geral do paciente. As opções de tratamento podem incluir: -Cirurgia: Para remover as metástases, se possível. - Radioterapia: Utiliza raios X de alta energia para matar as células cancerígenas. - Quimioterapia: Utiliza medicamentos para destruir as células cancerígenas em todo o corpo. - Terapia direcionada: Ataca as células cancerígenas específicas com base em suas características moleculares. - Imunoterapia: Ajuda o sistema imunológico do corpo a combater o câncer. Prognóstico de Metástases Cerebrais O prognóstico de metástases cerebrais é variável e depende de diversos fatores, como o tipo e o estágio do câncer primário, a idade e a saúde geral do paciente, e as opções de tratamento disponíveis. Em geral, o prognóstico é pior para pacientes com metástases múltiplas ou grandes, ou com metástases localizadas em áreas críticas do cérebro. Consulte sempre um médico especializado para obter um diagnóstico e um plano de tratamento adequados.
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Tratamento Escoliose
29.09.2020
Dr. José Ramalho Neto
ESCOLIOSE A escoliose caracteriza-se pelo desvio lateral da coluna, formando uma curvatura anormal que pode afetar tanto a região lombar, torácica ou cervical. Este tipo de desalinhamento afeta cerca de 3% da população mundial, que pode apresentar a alteração em diferentes graus e tipos, e resulta em transtornos tanto de ordem estética como funcional — causando dores e até mesmo comprometendo a função pulmonar. Embora muitas pessoas acreditem que o problema é resultante de maus hábitos posturais, isso não é necessariamente verdade: em geral, é o desvio característico da escoliose que resulta na má postura do paciente. Isso acontece porque o desvio na coluna provoca alterações no corpo como um todo, e casos mais graves, podem limitar a mobilidade do indivíduo e reduzir o espaço do tórax em que estão os órgãos do sistema respiratório e cardíaco. Tipos de escoliose A escoliose é uma deformidade que pode ter diferentes características, origens e prognósticos, evoluindo de maneiras variadas de acordo com seu tipo e região vertebral afetada. A gravidade da alteração pode ser determinada a partir do grau da curvatura apresentada pela coluna, o que também ajudará na definição do tipo de tratamento necessário para garantir qualidade de vida ao paciente. Levando em consideração o grau de curvatura, a escoliose pode ser classificada entre 5 níveis diferentes. São eles: Até 10 graus: curva fisiológica, geralmente sem necessidade de tratamento; Entre 10 a 20 graus: curva leve, já demandando a necessidade de acompanhamento especializado; De 20 a 40 graus: curva moderada; Mais de 40 a 45 graus: curva moderada a grave. No que diz respeito às causas da escoliose, a alteração pode ser classificada de acordo com a origem de sua formação. Neste caso, ela pode ser dividida entre: Escoliose congênita: responsável por cerca de 10% dos casos este tipo de escoliose está presente desde o nascimento, e é resultante da ocorrência de má formação ou divisão das vértebras; Escoliose neuromuscular: é causada a partir de sequelas de doenças neurológicas ou musculares; Escoliose idiopática: não possui causas conhecidas e apresenta características e níveis de evolução variados, sendo o tipo mais frequente de escoliose; Escoliose de início precoce: caracteriza-se pelo aparecimento da curvatura em idade precoce, antes dos 10 anos; Escoliose degenerativa do adulto: é causada pela degeneração de discos da coluna vertebral e de suas articulações, sendo resultante do avanço da idade. Qual a causa da escoliose? Como foi explicado, a escoliose pode ter diferentes causas e características. A maioria dos casos, porém, é considerada de causas desconhecidas (idiopática), embora fatores genéticos possam influenciar no desenvolvimento da doença. Outras causas da alteração estão relacionadas a doenças como paralisia cerebral e poliomielite, além de má formação congênita e trauma. Postura inadequada, sedentarismo, obesidade e prática inadequada de exercícios físicos são alguns hábitos que podem favorecer o desenvolvimento da escoliose, embora não sejam fatores decisivos para o aparecimento da curvatura. Com o aumento da expectativa de vida mundial, a tendência é que deformações de ordem degenerativa se tornem mais frequentes. Diagnóstico: como saber se uma pessoa tem escoliose? Os principais sinais clínicos da escoliose são visuais, e a curvatura pode ser observada por meio de assimetrias na cintura, diferença de altura dos ombros e arco costal proeminente. Em geral, os primeiros responsáveis por auxiliar no diagnóstico da alteração são os pais ou o próprio paciente, que identificam as assimetrias citadas ou percebem que a coluna parece desviar para um dos lados. A dor não é considerada um sintoma comum da escoliose, e geralmente se manifesta em casos específicos de adultos que deixaram a deformação progredir com o tempo. Outros sinais clínicos que podem ser observados em quadros de curvatura da coluna e que acendem um alerta para o diagnóstico são: Mamilos em alturas diferentes; Caixa torácica que parece ser maior de um lado, em comparação ao outro; Pernas aparentando ter tamanhos diferentes uma da outra; Escápula pronunciada em apenas um dos lados do corpo; Costelas em alturas diferentes; Desconforto muscular. Por mais que os sinais visuais apontem para a possibilidade da alteração, o diagnóstico oficial da escoliose deve ser feito por um médico ortopedista especializado em coluna, que faz um exame clínico minucioso e solicita exames de imagem para confirmar a presença do desvio. Em geral, os exames mais solicitados são a radiografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética. A realização da radiografia é essencial mesmo para casos em que é possível perceber a curvatura visualmente, uma vez que possibilita a visualização das reais condições da coluna e grau de inclinação. Este tipo de exame também permite que o especialista identifique lesões que afetam os discos e articulações, bem como visualize possíveis luxações na região. Como é o tratamento da escoliose? O tratamento da escoliose é sempre individualizado, e depende diretamente de fatores como a causa do problema, o grau da curvatura, a velocidade com que a deformidade está evoluindo, a idade do paciente e os desconfortos sentidos por ele. A prioridade é sempre oferecer o melhor para o paciente e atender às suas necessidades, respeitando seu corpo e suas características. Um tratamento conservador é a primeira opção, e tem o objetivo de impedir que o transtorno continue sua evolução, além de aliviar os sintomas e recuperar as funções da coluna. As principais abordagens conservadoras consistem no uso de coletes que ajudam na manutenção da postura, além de fisioterapia e Reeducação Postural Globalizada (RPG), fortalecimento muscular e utilização de órteses ortopédicas. Essas metodologias podem incluir, ainda, o uso de medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares para alívio da dor. A cirurgia para estabilização da coluna é recomendada para pacientes adultos e em casos muito específicos, em que a intervenção é realmente a melhor opção para as necessidades, características e qualidade de vida do paciente. O método de tratamento mais adequado deve ser definido pelo especialista em coluna com o paciente, sempre respeitando as particularidades do indivíduo. Independentemente da abordagem adotada, o acompanhamento profissional é fundamental para evitar complicações como danos na medula, dificuldades respiratórias e problemas relacionados à autoestima. Para saber mais sobre escoliose, entender as opções de tratamento e tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto, entre em contato e agende uma consulta com ortopedista especialista em coluna Dr José Ramalho Neto - Neurocirurgião CRM/PB 7703 / RQE 6058
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Meu filho não tem cava no pé?
11.07.2022
Dr. Felipe Tavares Sena
Uma das grandes queixas nos consultórios de Ortopedia é de mães que trazem seus filhos para avaliar a pisada, pois percebem que a “cava do pé” não apareceu ainda. Os pais realmente têm razão. Quando as crianças estão aprendendo a se equilibrar e a dar os seus primeiros passos – por volta de 1 ano de idade, o arco longitudinal medial ainda não se formou, e não se consegue perceber o aparecimento da tão falada cava do pé. Entretanto, algumas crianças, que não têm cava, desenvolverão pés planos, e, assim, permanecerão na adolescência e idade adulta. Terão altas chances de fazerem um pé plano doloroso, de tratamento muito difícil. É preciso agir cedo, justamente entre 1 e 2 anos, no sentido de orientar e dar início ao tratamento e à prevenção. Um simples exame clínico, feito com um aparelho mais parecido com uma balança (podoscópio), onde a criança sobe e tem sua pisada avaliada imediatamente, pode detectar ausência ou presença da cava e se esta é, ou não patológica, ou seja, se precisa ou não de tratamento. O tratamento vai desde apenas observação e uso de órteses (palmilhas, tênis e botas ortopédicas), nos primeiros anos de vida, a pequenos procedimentos cirúrgicos, nas idades mais próximas dos 10 anos. Todos, no sentido de evitar que a criança se torne um adolescente ou um adulto com o pé plano e doloroso, apresentando grande dificuldade para usar calçados diversos e incapacidade para alguns esportes e determinados tipos de trabalho, comprometendo significativamente sua qualidade de vida. Portanto, a época de procurar o devido atendimento é nos primeiros meses e anos de vida, quando ainda dá tempo de iniciar um tratamento mais adequado e mais simples, com os menores transtornos possíveis.
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Invisalign: Sorriso dos Sonhos, Autoestima em Alta!
17.04.2024
Dr. Tiago Pereira
Diga adeus aos dias de sorrisos tímidos e autoestima abalada! Com o Invisalign, você conquista um sorriso radiante e restaura a confiança em si mesmo, sem precisar se esconder atrás de aparelhos metálicos volumosos. Mais do que alinhar os dentes, o Invisalign transforma vidas, te proporcionando: Autoestima nas Alturas: Um sorriso bonito é o seu cartão de visitas, influenciando diretamente na forma como você se vê e se relaciona com o mundo. O Invisalign te permite sorrir sem constrangimentos, aumentando a sua autoestima e te inspirando a conquistar seus sonhos com mais segurança. Estudos comprovam que pacientes que concluem o tratamento com Invisalign relatam um aumento significativo na confiança e na qualidade de vida. Invisalign: Funciona e Pode Ser Perfeito para Você! O Invisalign funciona para a maioria dos casos de má oclusão, desde os mais simples até os mais complexos. Através de alinhadores transparentes e removíveis, o tratamento corrige diversos problemas ortodônticos, como: Dentes apinhados: Diga adeus à falta de espaço na boca! O Invisalign reposiciona os dentes de forma suave e gradual, criando o espaço necessário para um sorriso harmônico. Dentes espaçados: Chega de sorrisos com "buracos"! O Invisalign aproxima os dentes de forma precisa, reduzindo os espaços e criando um sorriso mais uniforme. Mordida aberta: Corrija a mordida aberta e melhore a sua mastigação e fala com o Invisalign. O tratamento reposiciona a mandíbula para a posição ideal, otimizando a função bucal. Mordida cruzada: Diga adeus às dores e à má oclusão! O Invisalign corrige a mordida cruzada, alinhando os dentes e proporcionando mais saúde e conforto para a sua boca. Mordida profunda: Melhore a sua mordida profunda e previna problemas articulares com o Invisalign. O tratamento reposiciona a mandíbula e os dentes, otimizando a função mastigatória e protegendo a saúde bucal. Alinhadores Nacionais: Sorriso Brilhante, Custo Inteligente! O tratamento com alinhadores ortodônticos nacionais oferece uma solução prática, eficiente, invisível e com excelente custo-benefício. Produzidos com tecnologia de ponta e materiais de alta qualidade, os alinhadores nacionais garantem resultados impecáveis, alinhando seus dentes de forma precisa e confortável. Vantagens dos Alinhadores Nacionais: Acessibilidade: Custo mais acessível em comparação aos alinhadores importados, tornando o tratamento ortodôntico com Invisalign mais democrático e viável para todos. Qualidade Garantida: Fabricados com os mais altos padrões de qualidade, os alinhadores nacionais oferecem resultados impecáveis e duradouros. Tecnologia de Ponta: Incorporam tecnologia de última geração, garantindo precisão nos movimentos dentários e um tratamento eficiente. Suporte Personalizado: Conta com o acompanhamento de profissionais experientes e altamente qualificados, que garantem um atendimento personalizado e atencioso durante todo o tratamento. Sorria com Confiança, Sorria com Invisalign! Dê o primeiro passo para conquistar o sorriso dos seus sonhos e a autoestima que você merece! Consulte um ortodontista especialista em Invisalign e descubra como essa tecnologia inovadora pode transformar sua vida. Invista em um sorriso mais bonito, saudável e confiante com o Invisalign!
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Obesidade Mórbida: A que técnica cirúrgica devo me submeter e por quê?
29.07.2020
Dr. Felipe Antônio Rocha de Almeida
Antes de falarmos sobre a escolha da técnica cirúrgica para cada paciente, é preciso relembrar alguns conceitos já bem definidos: 1. Quem deve ser operado com Obesidade? A resposta é: unicamente, pacientes com Obesidade Mórbida, diagnosticados e avaliados por médicos especialistas e equipe multidisciplinar. 2. Quais pacientes, mesmo com diagnóstico de Obesidade Mórbida, não devem ser operados? • Pacientes com diagnóstico de doença mental descompensada; • Pacientes em uso de drogas ilícitas ou álcool; • Pacientes com contraindicação à anestesia geral; • Pacientes menores de 16 ou maiores de 76 anos. Atualmente existem duas principais técnicas de Gastroplastia para Obesidade Mórbida, recomendadas e regulamentadas pelo Conselho Federal de Medicina e Sociedade de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. 1. By Pass Gástrico: Cirurgia de redução do estômago e desvio do trânsito alimentar e da bile pelo intestino delgado. 2. Sleeve ou Gastrectomia Vertical: Redução do estômago a cerca de 40% do seu tamanho original com retirada de cerca de 60% do mesmo; promove efeito significativo de redução do apetite e fome, e preserva o trânsito do alimento pelo intestino delgado. Ambas as técnicas correspondem atualmente a 60-70% e 30-40% respectivamente, das cirurgias de Gastroplastias realizadas no Brasil, com tendência crescente desta última. Então, dada a quantidade de informações atualmente disponíveis e ao contato com outros pacientes, se torna inevitável a seguinte dúvida: qual cirurgia será melhor para mim, Sleeve ou ByPass? Esta é hoje, uma pergunta frequente dos pacientes no consultório do especialista. A seleção da técnica depende principalmente de aspectos clínicos do paciente associados à Obesidade e avaliados em conjunto com o IMC (relação entre o peso e a altura em m2). Entre estes fatores, os mais importantes são: 1. Nível do IMC; 2. Doenças associadas a Obesidade, principalmente o Diabetes e a Doença do Refluxo Gastroesofágico; 3. Idade; 4. Pacientes com necessidade do uso contínuo de medicamentos como antirretrovirais, corticoides entre outros; 5. Presença de doenças que afetam o intestino; 6. Antecedente de Câncer do Aparelho Digestivo. Dentro deste contexto está também a Cirurgia Metabólica que consiste em procedimentos cirúrgicos sobre o Aparelho Digestivo produzindo, em última análise, estímulo ao pâncreas na produção e liberação de insulina (hormônio que controla a glicose no sangue), auxiliando no controle do Diabetes. Esta cirurgia representa um significativo avanço no tratamento do Diabetes associado à Obesidade. Após uma criteriosa avaliação clínica por profissionais especializados no tratamento da obesidade e informação adequada e completa sobre vantagens e desvantagens potenciais de cada técnica e suas possíveis complicações, pode-se chegar à conclusão sobre a escolha da técnica de Gastroplastia a ser indicada. Deve o paciente estar consciente de que o conceito mais adequado em relação ao tratamento da Obesidade Mórbida é o de programa de obesidade que envolve a Cirurgia Bariátrica e/ou Metabólica mais reeducação comportamental e alimentar, bem como atividade física regular.
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Microagulhamento Robótico Tecnologia a favor da beleza.
11.07.2022
Dra. Monique de Oliveira Valdek
Esse é um assunto constante nos últimos congressos internacionais, o microagulhamento robótico, um aparelho de radiofrequência microagulhada, é uma evolução do tradicional microagulhamento que antes era feito através do rolinho de agulhas Sua ponteira contém várias microagulhas de ouro, cuja profundidade de penetração na pele é ajustada digitalmente, variando de 0,5 a 3,0 mm, e a quantidade de radiofrequência utilizada também é passível de programação. Como funciona esse aparelho?A Radiofrequência tem a tecnologia 3DEEP, ou seja, o calor é dissipado uniformemente ao redor de toda a agulha otimizando os resultados, essa energia é entregue de forma profunda na derme, reativando a produção natural de colágeno, promovendo melhora de rugas e perceptível lifting e firmeza da pele. Além disso o trauma local pela perfuração da pele também é indutor da produção de colágeno, além de abrir canalículos para penetração de ativos terapêuticos. Como é realizado o procedimento?Primeiramente é realizado uma avaliação completa do local a ser aplicado o procedimento.É aplicado um anestésico tópico na pele do local do procedimento 30 a 45 minutos antes.Escolhe – se a profundidade e nível de radiofrequência que será emitida, e, após isso é realizado o procedimento. Terminado o microagulhamento, na maioria dos casos, faz-se o drug delivery, que é a colocação de ativos específicos conforme a queixa do paciente.A sessão dura entre 30 e 45 minutos, e a quantidade de sessões é variável entre 3 a 4, dependendo de cada tipo de pele. O intervalo entre as sessões varia de 15 a 30 dias. Quais as indicaçõess? • Cicatrizes de Acne• Queimaduras • Estrias• Melasma • Rejuvenescimento • Envelhecimento Cutâneo • Flacidez • Hiperhidrose • Alopecia Como é o pós-procedimento?Os ativos colocados na pele devem ser mantidos por oito horas e depois a pele é lavada com sabonete suave. Deve – se evitar o sol nos primeiros dias e não ir à praia ou piscina por pelo menos sete dias após o procedimento.A técnica, tem um dowtime pequeno, ou seja, o paciente não precisa se afastar das suas atividades habituais. O sangramento é mínimo, já que a radiofrequência reduz o mesmo. No dia seguinte a sessão o paciente já não sente qualquer incomodo.É uma técnica bastante estabelecida na Dermatologia Internacional pela sua eficácia e versatilidade aliada ao baixo desconforto, em João Pessoa já podemos encontrar essa tecnologia com todos seus benefícios para o realce da beleza feminina e masculina.
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