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Deep Face Lifting
01.04.2024
Dr. Júlio Leite
O Deep Plane Facelift, ou lifting facial profundo, é uma técnica cirúrgica avançada de rejuvenescimento facial que se destaca por abordar as camadas mais profundas da face, incluindo músculos e tecidos subjacentes, em vez de apenas esticar a pele superficialmente. Como funciona: Diferentemente dos liftings tradicionais, o Deep Plane Facelift envolve a liberação e o reposicionamento do SMAS (Sistema Músculo-Aponeurótico Superficial), uma camada de tecido conjuntivo que recobre os músculos faciais. Essa abordagem permite um lifting mais natural e duradouro, pois trata a flacidez muscular, que é uma das principais causas do envelhecimento facial. Benefícios: Resultados mais naturais: Ao reposicionar os músculos e tecidos profundos, o Deep Plane Facelift proporciona um resultado mais harmonioso e natural, evitando o aspecto artificial de "rosto esticado". Maior durabilidade: A abordagem profunda garante resultados mais duradouros em comparação com os liftings tradicionais, que podem perder o efeito com o tempo devido à flacidez muscular. Melhora da flacidez e rugas: O procedimento é eficaz no tratamento da flacidez facial, rugas profundas, sulcos nasogenianos (bigode chinês) e perda de definição do contorno facial. Menor risco de complicações: A técnica, quando realizada por um cirurgião experiente, apresenta menor risco de complicações, como lesões nervosas e hematomas. Candidatos: O Deep Plane Facelift é indicado para pacientes com sinais moderados a avançados de envelhecimento facial, como flacidez, rugas profundas e perda de volume. É importante que o paciente esteja em bom estado de saúde e tenha expectativas realistas em relação aos resultados. Recuperação: O tempo de recuperação varia de acordo com cada paciente, mas geralmente leva algumas semanas. É comum haver inchaço nos primeiros dias, que diminuem gradualmente. O paciente deve seguir as orientações do cirurgião para garantir uma recuperação tranquila e obter os melhores resultados. Considerações: O Deep Plane Facelift é um procedimento cirúrgico que requer um profissional qualificado e experiente. É fundamental buscar um profissional de confiança e discutir suas expectativas e dúvidas antes de tomar a decisão.
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Meu filho não tem cava no pé?
11.07.2022
Dr. Felipe Tavares Sena
Uma das grandes queixas nos consultórios de Ortopedia é de mães que trazem seus filhos para avaliar a pisada, pois percebem que a “cava do pé” não apareceu ainda. Os pais realmente têm razão. Quando as crianças estão aprendendo a se equilibrar e a dar os seus primeiros passos – por volta de 1 ano de idade, o arco longitudinal medial ainda não se formou, e não se consegue perceber o aparecimento da tão falada cava do pé. Entretanto, algumas crianças, que não têm cava, desenvolverão pés planos, e, assim, permanecerão na adolescência e idade adulta. Terão altas chances de fazerem um pé plano doloroso, de tratamento muito difícil. É preciso agir cedo, justamente entre 1 e 2 anos, no sentido de orientar e dar início ao tratamento e à prevenção. Um simples exame clínico, feito com um aparelho mais parecido com uma balança (podoscópio), onde a criança sobe e tem sua pisada avaliada imediatamente, pode detectar ausência ou presença da cava e se esta é, ou não patológica, ou seja, se precisa ou não de tratamento. O tratamento vai desde apenas observação e uso de órteses (palmilhas, tênis e botas ortopédicas), nos primeiros anos de vida, a pequenos procedimentos cirúrgicos, nas idades mais próximas dos 10 anos. Todos, no sentido de evitar que a criança se torne um adolescente ou um adulto com o pé plano e doloroso, apresentando grande dificuldade para usar calçados diversos e incapacidade para alguns esportes e determinados tipos de trabalho, comprometendo significativamente sua qualidade de vida. Portanto, a época de procurar o devido atendimento é nos primeiros meses e anos de vida, quando ainda dá tempo de iniciar um tratamento mais adequado e mais simples, com os menores transtornos possíveis.
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Como se preparar para uma cirurgia do quadril
06.05.2024
Dr. Carlos Rava
Como se preparar para uma cirurgia do quadril? Preparar-se para uma cirurgia do quadril é um passo muito importante para os resultados pós-operatórios e a recuperação do paciente. Aqui estão algumas orientações abrangentes para ajudar indivíduos a se prepararem de maneira eficaz para esse procedimento. 1. Consulta pré-operatória Antes da cirurgia, é essencial ter uma consulta pré-operatória com o cirurgião ortopédico. Durante essa consulta, serão discutidos detalhes específicos sobre a cirurgia, os benefícios esperados e os possíveis riscos. Os pacientes devem aproveitar essa oportunidade para esclarecer dúvidas, compreender as expectativas e discutir quaisquer preocupações que possam ter. 2. Avaliação médica abrangente O médico realizará uma avaliação médica abrangente para garantir que o paciente esteja fisicamente apto para a cirurgia. Isso pode envolver exames de sangue, eletrocardiograma e outros testes para avaliar a saúde geral. 3. Preparação psicológica A cirurgia do quadril pode ser um evento estressante. É importante abordar aspectos psicológicos, compreendendo as expectativas, preparando-se para a recuperação e buscando apoio emocional, se necessário. Conversar com pessoas conhecidas ou um profissional de saúde mental pode ser benéfico. 4. Planejamento da recuperação em casa Antes da cirurgia, os pacientes devem preparar suas casas para facilitar a recuperação. Isso pode incluir a criação de um ambiente seguro, remoção de tapetes escorregadios, instalação de corrimãos e garantia de acesso fácil a itens essenciais diários, por exemplo. 5. Exercícios pré-operatórios Sob a orientação do fisioterapeuta, os pacientes podem ser instruídos a realizar exercícios específicos para fortalecer os músculos ao redor do quadril antes da cirurgia. 6. Orientações sobre medicamentos É importantes conversar com profissional sobre medicamentos que você utiliza regularmente, mesmo que sejam destinados a cuidados com outras áreas da saúde. O médico discutirá quais medicamentos o paciente deve interromper ou continuar antes da cirurgia. Isso pode incluir ajustes na medicação para controle da dor, anticoagulantes ou outros medicamentos que possam afetar a cirurgia. 7. Jejum pré-operatório Geralmente, os pacientes são orientados a jejuar por um período específico antes da cirurgia. Isso ajuda a reduzir os riscos associados à anestesia. 8. Procedimentos de higiene pessoal Antes da cirurgia, é comum receber instruções sobre procedimentos de higiene pessoal. Isso pode incluir banhos específicos ou a aplicação de produtos antimicrobianos para reduzir o risco de infecções. 9. Compreensão da anestesia Os pacientes devem discutir com o anestesista o tipo de anestesia que será administrado durante a cirurgia. Esse é um momento para esclarecer dúvidas sobre alergias, possíveis efeitos colaterais e o processo de recuperação da anestesia. 10. Preparação para a estadia hospitalar Se a cirurgia exigir internação, os pacientes devem organizar sua estadia hospitalar, incluindo a preparação de uma bolsa com itens essenciais, como roupas confortáveis, artigos de higiene pessoal e documentos importantes. 12. Conhecimento sobre a reabilitação pós-cirúrgica Antes da cirurgia, os pacientes devem compreender o plano de reabilitação pós-cirúrgica. Isso inclui a frequência e os tipos de exercícios, restrições de atividades e o acompanhamento necessário com fisioterapeutas e profissionais de saúde. A preparação para uma cirurgia do quadril envolve uma abordagem abrangente, desde aspectos médicos até a preparação psicológica e logística para a recuperação. Seguir todas as orientações médicas e participar ativamente do processo pode contribuir significativamente para uma cirurgia e uma recuperação mais tranquilas.
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Para cada câncer, um tratamento: oncologia de precisão.
18.08.2020
Dr. Luiz Victor Maia Loureiro
Já pensou no tratamento do câncer sem o emprego de quimioterapia? E a possibilidade de usar um remédio específico para cada tipo de câncer? Estas possibilidades já são realidade e fazem parte do que hoje se chama oncologia de precisão. Graças aos extraordinários avanços no entendimento da genética do câncer e, especialmente, nas múltiplas interações do sistema imunológico com a doença, tivemos nos últimos anos a ampliação das possibilidades de tratamento do câncer com o emprego de drogas inteligentes capazes de atuar em “alvos moleculares” específicos de cada tumor e também, mais recentemente, a incorporação da imunoterapia. Somadas, essas novas estratégias têm permitido um controle mais eficaz da doença e mesmo casos em estágios mais avançados têm apresentado excelentes resultados, com menos efeitos colaterais. Falar de oncologia de precisão é conversar sobre a biologia do câncer. É necessário entender que o câncer é uma doença que está em constante transformação. Conceitualmente, o câncer surge quando uma célula qualquer sofre uma mudança em seu código genético e passa a crescer e se multiplicar de forma desordenada. Essas transformações são diversas e geram variados tipos de células o que significa dizer que nem todo câncer é igual. Na prática, câncer são várias doenças que respondem pelo mesmo nome. São essas diferenças que explicam porque tumores de mesma origem se comportam de forma diversa em pessoas diferentes e, adicionalmente, porque alguns pacientes respondem bem às terapias, enquanto outros nem tanto. Sabedores dessas disparidades, os oncologistas alinharam os avanços do conhecimento genético e descobriram que não é mais possível que todos os pacientes com um tipo específico de câncer e estágio recebam o mesmo tratamento. As tecnologias mais recentes são capazes de estudar e mapear os genes das células tumorais e identificar alvos para os quais existem terapias específicas. Em outras palavras, já é possível identificar a fechadura (alvo-molecular) e escolher a chave certa (terapia-alvo). Isso significa dizer que o tratamento é capaz de atuar mais especificamente sobre a célula do tumor e, menos provavelmente, em células sadias. Em última análise, isso aumenta a eficiência do tratamento e reduz os efeitos colaterais. Inúmeras drogas-alvo já foram desenvolvidas e estão disponíveis comercialmente no Brasil, tanto na rede privada quanto na pública. Cânceres de mama, colorretal, rim, pulmão já são largamente tratados com base nos alvos genéticos e moleculares. Para sabermos se o paciente pode se beneficiar dessa estratégia é necessário se certificar que o tumor tem um alvo específico. Isto é normalmente verificado testando uma amostra do tumor obtida por meio de uma biópsia ou durante uma cirurgia. Cada vez mais teremos novos alvos moleculares identificados pela ciência e, portanto, novos medicamentos desenvolvidos capazes de atuar de forma mais eficaz. Saiba, portanto, que é possível se beneficiar de terapias com maior impacto no controle do câncer e que podem ser usadas por longos períodos com efeitos colaterais toleráveis. Já somos, portanto, capazes de tratar o câncer com maior precisão.
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O que é o Lavieen e quais as indicações de uso do laser
10.10.2022
Dra. Ana Carolina Lustosa
O Lavieen é uma tecnologia avançada de laser que rejuvenesce e restaura a pele, ajudando a tratar e prevenir várias condições dermatológicas. O Lavieen melhora a textura e o aspecto da pele, tornando-a mais uniforme e proporcionando um efeito similar ao do BB Cream. O laser usado nesse método não é agressivo à pele. Como funciona? O Lavieen é uma tecnologia que utiliza um laser fracionado de Thulium, agindo na camada superficial da pele com grande afinidade pela água. Isso resulta em um dano controlado nas camadas da pele, estimulando a produção de colágeno. Esse processo leva à renovação dos tecidos, suavizando rugas e linhas finas, reduzindo a acne e suas cicatrizes, diminuindo o tamanho dos poros e uniformizando a pele. Para que o tratamento é indicado? Suavização de rugas finas; Redução de poros e acnes; Tratamento de cicatrizes; Uniformização da textura da pele; Diminuição de lesões pigmentadas; Tratamento de perda capilar; Melhoria da firmeza e elasticidade da pele; Redução do fotoenvelhecimento; Tratamento de doenças como melasma, hiperpigmentação, e irregularidades da pele. Aqui na Med Clinic você encontra o laser Lavieen, e pode iniciar seu tratamento para uma pele deslumbrante, entre em contato conosco e agende sua sessão!
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A importância do acompanhamento nutricional na Cirurgia Bariátrica
19.08.2020
Dra Mariana de Almeida Ferreira do Carmo
A obesidade é uma doença crônica não transmissível, que vem atingindo milhões de pessoas no Brasil e no mundo, aumentando os índices de comorbidades associadas a ela como, por exemplo, diabetes, hipertensão, esteatose hepática, apneia do sono, doenças ortopédicas, doenças cardiovasculares, dislipidemias, refluxo, gastrite, entre outras. Por esse motivo, atualmente, a cirurgia bariátrica tem sido o método mais eficaz para o controle dessa doença e suas consequências. As técnicas cirúrgicas mais utilizadas, hoje em dia, são a by pass e a gastrectomia vertical – sleeve. Após a operação, algumas mudanças acontecem no corpo e no metabolismo, independentemente da técnica utilizada, podendo surgir algumas deficiências de macro e micronutrientes. A importância da orientação nutricional do paciente que vai ser submetido à cirurgia bariátrica vai muito além da emissão do laudo ou só da primeira consulta. Esse acompanhamento é dividido em pré-operatório, pós-operatório e reeducação alimentar continuada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica (SBCBM), o uso de suplementação é feito nos meses iniciais do pós-operatório. Através do acompanhamento com o nutricionista, o paciente saberá a forma e o tipo correto para utilizar. Em alguns casos, são feitas suplementações de nutrientes isolados, dependendo da carência do paciente. O obeso, devido a sua alimentação rica em gorduras e açúcares, e baixo aporte de vitaminas e minerais, na maioria das vezes, apresenta deficiências nutricionais, antes da cirurgia. Essas carências são corrigidas ainda no pré-operatório, para melhorar a recuperação e a cicatrização. Além disso, também é importante que haja uma mudança de hábitos, como a mastigação correta e a redução do consumo de alimentos industrializados. O paciente precisa entender as mudanças que vão ocorrer no seu corpo. Comumente, no consultório, surgem perguntas como “vou passar fome?” “vou ficar sem cabelo?” “vou ficar sem dente?”. Há uma gama de pessoas que acreditam que isso, de fato, pode acontecer após a cirurgia. Os profissionais da área da saúde, no entanto, entendem que esses questionamentos não passam de mitos. É muito importante que o paciente apresente compromisso e que mantenha o acompanhamento com uma equipe multidisciplinar, sempre com orientações sobre alimentação, níveis de ansiedade e outros, podendo assim, prevenir problemas nutricionais futuros. A cirurgia bariátrica vem ajudando a trazer qualidade de vida para pessoas que não estavam mais dispostas a tentar outros métodos, mas é preciso entender que esse procedimento não é um milagre. Essa cirurgia necessita de atenção pós-operatória, por isso, é importante que o paciente esteja alinhado aos cuidados de um nutricionista.
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A importância da Avaliação Neuropsicológica
03.09.2024
Dr. André Soares do Nascimento
A Avaliação Neuropsicológica é um processo fundamental no campo da saúde, especialmente nas áreas de neurologia, psiquiatria e psicologia. Esse método de avaliação é uma ferramenta poderosa para entender o funcionamento cognitivo, comportamental e emocional de um indivíduo, com o objetivo de identificar possíveis disfunções cerebrais, orientar diagnósticos e delinear estratégias terapêuticas. É uma ferramenta utilizada para compreender o funcionamento do cérebro humano e identificar possíveis alterações cognitivas, emocionais e comportamentais. Através de uma bateria de testes e questionários, o neuropsicólogo avalia diversas funções cerebrais, como memória, atenção, linguagem, percepção, praxias, gnosias, funções executivas e emoções. 1. Definição e Propósito A Avaliação Neuropsicológica é composta por uma série de testes padronizados que mensuram diferentes habilidades cognitivas, como memória, atenção, linguagem, raciocínio lógico e funções executivas. Além disso, essa avaliação também investiga aspectos emocionais e comportamentais. Seu principal propósito é verificar se há alterações no funcionamento do cérebro que podem estar impactando o desempenho do indivíduo em sua vida cotidiana, seja no trabalho, nos estudos ou nas relações interpessoais. 2. Identificação de Disfunções Neurológicas Uma das principais importâncias da Avaliação Neuropsicológica está na sua capacidade de identificar disfunções neurológicas que podem não ser detectadas em exames de imagem, como a ressonância magnética. Distúrbios como demências, transtornos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), lesões cerebrais traumáticas, entre outros, podem ser diagnosticados com maior precisão através dessa avaliação, o que permite uma intervenção precoce e mais eficaz. 3. Planejamento de Tratamento e Reabilitação Com base nos resultados obtidos na Avaliação Neuropsicológica, é possível delinear um plano de tratamento individualizado. Profissionais de saúde podem desenvolver estratégias terapêuticas e de reabilitação cognitiva que atendam às necessidades específicas do paciente. Por exemplo, em casos de pacientes que sofreram acidentes vasculares cerebrais (AVC), a avaliação pode identificar as áreas cognitivas mais afetadas, auxiliando na escolha das intervenções mais adequadas para a recuperação. 4. Apoio ao Diagnóstico Diferencial A Avaliação Neuropsicológica também desempenha um papel crucial no diagnóstico diferencial, ou seja, na distinção entre diferentes condições que podem apresentar sintomas semelhantes. Isso é particularmente importante em condições como a doença de Alzheimer e outras formas de demência, depressão, esquizofrenia, ou mesmo distúrbios do desenvolvimento, como o autismo. Ao diferenciar essas condições, os profissionais de saúde podem propor tratamentos mais específicos e eficazes para cada caso. 5. Monitoramento da Progressão de Doenças Em pacientes com condições neurológicas crônicas, como esclerose múltipla, Parkinson ou Alzheimer, a Avaliação Neuropsicológica é essencial para o monitoramento da progressão da doença. Ela permite avaliar se há declínio cognitivo ao longo do tempo e ajustar as intervenções terapêuticas conforme a necessidade, garantindo uma melhor qualidade de vida para o paciente. 6. Importância no Contexto Educacional e Profissional No ambiente educacional, a Avaliação Neuropsicológica é frequentemente utilizada para identificar dificuldades de aprendizagem e traçar estratégias de ensino personalizadas. Em adultos, ela pode ser empregada para avaliar o impacto de condições neurológicas no desempenho profissional, auxiliando no planejamento de adaptações no ambiente de trabalho, quando necessário. 7. Aspectos Psicoemocionais e Qualidade de Vida Além dos aspectos puramente cognitivos, a Avaliação Neuropsicológica também oferece insights sobre o estado emocional e comportamental do indivíduo. Alterações cognitivas muitas vezes estão associadas a sintomas de depressão, ansiedade ou mudanças de personalidade, que podem ser identificados e tratados a partir da avaliação. Dessa forma, essa abordagem multidimensional contribui significativamente para a melhoria da qualidade de vida do paciente. Por que a avaliação neuropsicológica é importante? Diagnóstico preciso: Auxilia no diagnóstico de diversas condições neurológicas, como doenças neurodegenerativas (Alzheimer, Parkinson), tumores cerebrais, traumatismos cranioencefálicos, transtornos do desenvolvimento (dislexia, TDAH), entre outros. Tratamento personalizado: Permite a criação de planos de tratamento individualizados, considerando as dificuldades específicas de cada paciente. Acompanhamento da evolução: Permite acompanhar a evolução do quadro clínico e a eficácia das intervenções terapêuticas. Prevenção: Identifica precocemente alterações cognitivas, permitindo a implementação de medidas preventivas. Orientação: Oferece orientação aos pacientes e familiares sobre as limitações e potencialidades, facilitando a adaptação e a qualidade de vida. Quais são os benefícios da avaliação neuropsicológica? Melhor compreensão do funcionamento cerebral: Permite identificar as áreas do cérebro que estão funcionando de forma adequada e aquelas que podem estar comprometidas. Melhora da qualidade de vida: Através do diagnóstico preciso e do tratamento adequado, é possível melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares. Aumento da autonomia: O conhecimento das próprias dificuldades e potencialidades permite que os pacientes desenvolvam estratégias para superar os desafios e aumentar sua autonomia. Redução do impacto de doenças neurológicas: A detecção precoce e o tratamento adequado podem reduzir o impacto de doenças neurológicas na vida dos pacientes. Conclusão A Avaliação Neuropsicológica é uma ferramenta indispensável para a compreensão das interações complexas entre cérebro, comportamento e cognição. Sua importância reside não apenas na capacidade de identificar e diagnosticar disfunções neurológicas, mas também em oferecer um caminho claro para a reabilitação e o tratamento, promovendo uma melhor qualidade de vida e um cuidado mais holístico e eficiente aos pacientes. Em um mundo onde a saúde mental e cognitiva ganha cada vez mais relevância, a Avaliação Neuropsicológica emerge como um recurso essencial para a prática clínica moderna. Quando procurar um neuropsicólogo? É recomendado procurar um neuropsicólogo em casos de: Dificuldades de memória, atenção ou concentração; Alterações de linguagem; Dificuldades de aprendizagem; Alterações de comportamento; Traumatismos cranioencefálicos; Doenças neurodegenerativas; Doenças vasculares; Tumores cerebrais; Transtornos do desenvolvimento. Em resumo, a avaliação neuropsicológica é um exame essencial para a saúde do cérebro. Ao identificar precocemente as alterações cognitivas, é possível oferecer um tratamento personalizado e eficaz, melhorando a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares.
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O que você precisa saber sobre o DIU
09.04.2024
Dra. Greice Kelly Araújo de Sá
A implantação do DIU (Dispositivo Intrauterino) é um procedimento ginecológico simples e rápido, utilizado como método contraceptivo de longo prazo. Seu tempo de atuação varia de 3 a 10 anos, a depender do tipo de DIU. O hormonal (geralmente contendo levonorgestrel) dura entre 3 e 5 anos e o DIU de cobre, 10 anos. Ambos os tipos impedem a gravidez de diversas formas, através dos seguintes mecanismos: - Espessando o muco cervical: dificultando a passagem dos espermatozoides para o útero. - Alterando o revestimento do útero: impedindo a implantação de um óvulo fecundado. - Reduzindo a mobilidade dos espermatozoides: dificultando que eles encontrem o óvulo. Por que escolher o DIU? - Alta eficácia: Um dos métodos contraceptivos mais eficazes, com taxas de falha muito baixas, de 0,2% para o hormonal e 0,8% para o de cobre. - Longa duração: A maioria dos DIUs pode durar de 3 a 10 anos, dependendo do tipo. - Reversível: A fertilidade retorna rapidamente após a remoção do DIU, sua retirada ocorre no próprio consultório - Baixo custo: imagine a economia de parar de comprar anticoncepcional por 10 anos. - Discreto: Uma vez inserido, o DIU não é percebido. - Seguro: É seguro para a maioria das mulheres, mas é importante consultar um médico para verificar se você é uma boa candidata. - Manutenção: Não é necessário fazer manutenções frequentes, mas recomenda-se uma consulta médica de revisão após a colocação é a cada ano. - Fertilidade: A fertilidade é restabelecida rapidamente após a remoção do DIU. Como funciona a implantação do DIU: 1. Avaliação médica: Antes da implantação, é essencial que a paciente passe por uma consulta com o ginecologista para avaliar sua saúde geral, verificar se há contraindicações e escolher o tipo de DIU mais adequado. Deve-se levar um teste de gravidez e o último laudo de colpocitologia oncótica e ultrassonografia transvaginal. 2. Preparo: O procedimento pode ser realizado em consultório, sem necessidade de anestesia geral, mas algumas pacientes podem optar por sedação, em ambiente hospitalar. A colocação pode ser feita em qualquer período do ciclo menstrual. Não precisa estar menstruada. 3. Procedimento: - A paciente é posicionada em uma mesa ginecológica. - O ginecologista introduz um espéculo vaginal para visualizar o colo do útero. - O colo do útero é higienizado e o DIU é inserido através de um aplicador, passando pelo colo até chegar ao útero. - Após a inserção, o médico ajusta o tamanho do fio do DIU, que fica 0,5 cm para fora do colo do útero, permitindo sua futura remoção. 4. Duração: O procedimento geralmente leva entre 10 a 15 minutos. 5. Recuperação: Após a colocação, é comum sentir cólicas leves. O ginecologista pode recomendar o uso de analgésicos. A maioria das mulheres pode retomar suas atividades normais logo após a implantação, mas deve evitar relações sexuais ou uso de absorventes internos por alguns dias, conforme orientação médica. Possíveis efeitos colaterais: - Cólica e desconforto: Especialmente nos primeiros dias após a inserção. - Alterações no ciclo menstrual: O DIU hormonal pode reduzir o fluxo menstrual ou até suspender a menstruação, enquanto o DIU de cobre pode aumentar o fluxo e a intensidade das cólicas nos primeiros meses, porém esse efeito costuma ser temporário. - Expulsão: Em raros casos, o DIU pode ser expulso pelo corpo. - Aumento da acne: em alguns casos, especialmente com DIUs hormonais. Quem não pode usar o DIU? Existem algumas situações em que o DIU não é recomendado, como: - Deformidades uterinas: como o útero Didelfo. - Câncer do colo do útero: o DIU não deve ser inserido em mulheres com câncer do colo do útero. - Doenças inflamatórias pélvicas: o DIU pode aumentar o risco de complicações em mulheres com essas doenças. - Gravidez: o DIU não deve ser inserido em mulheres grávidas. A escolha de colocar o DIU deve sempre ser discutida com um ginecologista para verificar se é a melhor opção contraceptiva para você, considerando seu estado de saúde, estilo de vida e necessidades contraceptivas.
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