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Doutor, eu tenho esporão??
08.05.2023
Dr. Felipe Tavares Sena
Dores nos calcanhares estão entre as causas mais frequentes de visitas aos consultórios de Pé e Tornozelo. O esporão de calcâneo é sem dúvida a enfermidade mais encontrada. Nem sempre o esporão é a causa do problema. Na maioria das vezes, é a consequência, podendo existir e incomodar muito em pacientes com aumento do peso, que ficam muito tempo na mesma posição, que usam calçados rasteiros, que praticam atividade física sem reconhecer sua pisada e o tipo de calçado que deveriam usar, etc. Se você já acordou pela manhã com muitas dores nos calcanhares, quase sem conseguir andar normalmente; se sente queimação na planta dos pés; se está com incapacidade de praticar atividades simples do dia a dia, ou atividades esportivas que sempre fez, por conta de dores na planta dos pés, pode ser que esteja com um esporão no calcanhar. Encontrar o problema é bem simples: um exame clínico e radiográfico dos pés já é capaz de encontrar e solucioná-lo, e um tratamento adequado pode fazer a dor e o incômodo sumirem completamente. O tratamento não consiste apenas no uso de medicamentos. Pelo contrário, somente medicamentos, às vezes, não trazem bons resultados. É preciso avaliar o ambiente em que vive e trabalha, os calçados que usa, atividades físicas que realiza – ou não, e toda uma gama de fatores que entra como causa. É imprescindível, portanto, que essa resposta seja oferecida com cautela, pois encontrar o esporão é bastante fácil. Tratá-lo e amenizar os seus sintomas é o nosso maior desafio. Agende sua consulta! Espero vocês para tirarmos todas as dúvidas.
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Metástases Cerebrais
09.04.2024
Dr. Eduardo Guedes
O que são Metástases Cerebrais? Metástases cerebrais são tumores que se formam no cérebro a partir de um câncer originado em outra parte do corpo. Elas ocorrem quando células cancerígenas se desprendem do tumor primário, viajam pela corrente sanguínea ou linfática e se instalam no tecido cerebral. Quais os Tipos de Câncer Mais Propensos a Causar Metástases Cerebrais? Os tipos de câncer mais propensos a se espalhar para o cérebro incluem: - Pulmão - Mama - Pele (Melanoma) - Rins - Cólon e Reto Sintomas de Metástases Cerebrais Os sintomas das metástases cerebrais variam de acordo com a localização, tamanho e número das metástases, e podem incluir: - Dor de cabeça: Geralmente é o sintoma mais comum e pode ser persistente, grave e piorar à noite ou ao se levantar. - Náuseas e vômitos - Crises epilépticas - Fraqueza ou dormência em um lado do corpo - Dificuldades de fala ou compreensão - Problemas de visão - Tontura ou desequilíbrio - Alterações na personalidade ou humor - Confusão ou perda de memória - Diagnóstico de Metástases Cerebrais O diagnóstico de metástases cerebrais geralmente envolve uma combinação de métodos, como: - Exame físico e histórico médico - Tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM) do cérebro - Exames de sangue - Biópsia do tumor Tratamento de Metástases Cerebrais O tratamento das metástases cerebrais depende de diversos fatores, como o tipo e o estágio do câncer primário, a localização, o tamanho e o número das metástases, e a saúde geral do paciente. As opções de tratamento podem incluir: -Cirurgia: Para remover as metástases, se possível. - Radioterapia: Utiliza raios X de alta energia para matar as células cancerígenas. - Quimioterapia: Utiliza medicamentos para destruir as células cancerígenas em todo o corpo. - Terapia direcionada: Ataca as células cancerígenas específicas com base em suas características moleculares. - Imunoterapia: Ajuda o sistema imunológico do corpo a combater o câncer. Prognóstico de Metástases Cerebrais O prognóstico de metástases cerebrais é variável e depende de diversos fatores, como o tipo e o estágio do câncer primário, a idade e a saúde geral do paciente, e as opções de tratamento disponíveis. Em geral, o prognóstico é pior para pacientes com metástases múltiplas ou grandes, ou com metástases localizadas em áreas críticas do cérebro. Consulte sempre um médico especializado para obter um diagnóstico e um plano de tratamento adequados.
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Como a NUTRIÇÃO pode atuar na FERTILIDADE
28.08.2020
Dra Tayanne Nunes Sátiro Ferraz de Moura
Atualmente muitos homens e mulheres estão enfrentando dificuldade para ter filhos. Esse efeito normalmente ocorre por interferências de fatores externos que contribuem para a diminuição da fertilidade. Podemos citar os xenobióticos (substâncias que nosso organismo não consegue reconhecer e são capazes de alterar o mecanismo funcional do sistema neuroendócrino e a toxicidade genética) como principais vilões da fertilidade humana. Essas substâncias são os aditivos e conservantes de alimentos industrializados, compostos químicos dos plásticos, metais pesados tóxicos, agrotóxicos, produtos químicos, radiação... além da alimentação inadequada, estresse, falta de sono reparador, consumo de álcool, fumo, falta de exercício físico... Nosso organismo é capaz de eliminar naturalmente os xenobióticos, entretanto estamos sendo expostos de maneira excessiva a todos eles e por isso nosso organismo está sobrecarregado. Para ajudar e potencializar a desintoxicação do nosso organismo, devemos ter uma alimentação equilibrada e nutritiva, com alimentos anti-inflamatórios e antioxidantes, dormir bem, procurar viver com tranquilidade e estilo de vida o mais saudável possível. As principais intervenções nutricionais para otimizar a fertilidade, seja para o casal que está se preparando para gestar por via natural, inseminação artificial ou por fertilização in vitro são: • Implementação de uma alimentação saudável e equilibrada em qualidade e quantidade, associada a suplementação específica e individual. • Cuidar da saúde do intestino, pois é fundamental para um microbioma saudável, que eleva a imunidade, melhora a absorção de nutrientes, contribui com a saúde geral do organismo e resulta na melhora da fertilidade. • Cuidado com dietas muitos restritas e com deficiências de vitaminas e minerais, elas podem ter impactos negativos na fertilidade e gestação. Se você está na preparação para ser mamãe ou papai, não descuide do principal: SUA NUTRIÇÃO! Procure um Nutricionista Materno-Infantil para auxiliar nesse lindo processo de gerar uma vida com SAÚDE e NUTRIÇÃO!
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Tratamento Escoliose
29.09.2020
Dr. José Ramalho Neto
ESCOLIOSE A escoliose caracteriza-se pelo desvio lateral da coluna, formando uma curvatura anormal que pode afetar tanto a região lombar, torácica ou cervical. Este tipo de desalinhamento afeta cerca de 3% da população mundial, que pode apresentar a alteração em diferentes graus e tipos, e resulta em transtornos tanto de ordem estética como funcional — causando dores e até mesmo comprometendo a função pulmonar. Embora muitas pessoas acreditem que o problema é resultante de maus hábitos posturais, isso não é necessariamente verdade: em geral, é o desvio característico da escoliose que resulta na má postura do paciente. Isso acontece porque o desvio na coluna provoca alterações no corpo como um todo, e casos mais graves, podem limitar a mobilidade do indivíduo e reduzir o espaço do tórax em que estão os órgãos do sistema respiratório e cardíaco. Tipos de escoliose A escoliose é uma deformidade que pode ter diferentes características, origens e prognósticos, evoluindo de maneiras variadas de acordo com seu tipo e região vertebral afetada. A gravidade da alteração pode ser determinada a partir do grau da curvatura apresentada pela coluna, o que também ajudará na definição do tipo de tratamento necessário para garantir qualidade de vida ao paciente. Levando em consideração o grau de curvatura, a escoliose pode ser classificada entre 5 níveis diferentes. São eles: Até 10 graus: curva fisiológica, geralmente sem necessidade de tratamento; Entre 10 a 20 graus: curva leve, já demandando a necessidade de acompanhamento especializado; De 20 a 40 graus: curva moderada; Mais de 40 a 45 graus: curva moderada a grave. No que diz respeito às causas da escoliose, a alteração pode ser classificada de acordo com a origem de sua formação. Neste caso, ela pode ser dividida entre: Escoliose congênita: responsável por cerca de 10% dos casos este tipo de escoliose está presente desde o nascimento, e é resultante da ocorrência de má formação ou divisão das vértebras; Escoliose neuromuscular: é causada a partir de sequelas de doenças neurológicas ou musculares; Escoliose idiopática: não possui causas conhecidas e apresenta características e níveis de evolução variados, sendo o tipo mais frequente de escoliose; Escoliose de início precoce: caracteriza-se pelo aparecimento da curvatura em idade precoce, antes dos 10 anos; Escoliose degenerativa do adulto: é causada pela degeneração de discos da coluna vertebral e de suas articulações, sendo resultante do avanço da idade. Qual a causa da escoliose? Como foi explicado, a escoliose pode ter diferentes causas e características. A maioria dos casos, porém, é considerada de causas desconhecidas (idiopática), embora fatores genéticos possam influenciar no desenvolvimento da doença. Outras causas da alteração estão relacionadas a doenças como paralisia cerebral e poliomielite, além de má formação congênita e trauma. Postura inadequada, sedentarismo, obesidade e prática inadequada de exercícios físicos são alguns hábitos que podem favorecer o desenvolvimento da escoliose, embora não sejam fatores decisivos para o aparecimento da curvatura. Com o aumento da expectativa de vida mundial, a tendência é que deformações de ordem degenerativa se tornem mais frequentes. Diagnóstico: como saber se uma pessoa tem escoliose? Os principais sinais clínicos da escoliose são visuais, e a curvatura pode ser observada por meio de assimetrias na cintura, diferença de altura dos ombros e arco costal proeminente. Em geral, os primeiros responsáveis por auxiliar no diagnóstico da alteração são os pais ou o próprio paciente, que identificam as assimetrias citadas ou percebem que a coluna parece desviar para um dos lados. A dor não é considerada um sintoma comum da escoliose, e geralmente se manifesta em casos específicos de adultos que deixaram a deformação progredir com o tempo. Outros sinais clínicos que podem ser observados em quadros de curvatura da coluna e que acendem um alerta para o diagnóstico são: Mamilos em alturas diferentes; Caixa torácica que parece ser maior de um lado, em comparação ao outro; Pernas aparentando ter tamanhos diferentes uma da outra; Escápula pronunciada em apenas um dos lados do corpo; Costelas em alturas diferentes; Desconforto muscular. Por mais que os sinais visuais apontem para a possibilidade da alteração, o diagnóstico oficial da escoliose deve ser feito por um médico ortopedista especializado em coluna, que faz um exame clínico minucioso e solicita exames de imagem para confirmar a presença do desvio. Em geral, os exames mais solicitados são a radiografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética. A realização da radiografia é essencial mesmo para casos em que é possível perceber a curvatura visualmente, uma vez que possibilita a visualização das reais condições da coluna e grau de inclinação. Este tipo de exame também permite que o especialista identifique lesões que afetam os discos e articulações, bem como visualize possíveis luxações na região. Como é o tratamento da escoliose? O tratamento da escoliose é sempre individualizado, e depende diretamente de fatores como a causa do problema, o grau da curvatura, a velocidade com que a deformidade está evoluindo, a idade do paciente e os desconfortos sentidos por ele. A prioridade é sempre oferecer o melhor para o paciente e atender às suas necessidades, respeitando seu corpo e suas características. Um tratamento conservador é a primeira opção, e tem o objetivo de impedir que o transtorno continue sua evolução, além de aliviar os sintomas e recuperar as funções da coluna. As principais abordagens conservadoras consistem no uso de coletes que ajudam na manutenção da postura, além de fisioterapia e Reeducação Postural Globalizada (RPG), fortalecimento muscular e utilização de órteses ortopédicas. Essas metodologias podem incluir, ainda, o uso de medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares para alívio da dor. A cirurgia para estabilização da coluna é recomendada para pacientes adultos e em casos muito específicos, em que a intervenção é realmente a melhor opção para as necessidades, características e qualidade de vida do paciente. O método de tratamento mais adequado deve ser definido pelo especialista em coluna com o paciente, sempre respeitando as particularidades do indivíduo. Independentemente da abordagem adotada, o acompanhamento profissional é fundamental para evitar complicações como danos na medula, dificuldades respiratórias e problemas relacionados à autoestima. Para saber mais sobre escoliose, entender as opções de tratamento e tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto, entre em contato e agende uma consulta com ortopedista especialista em coluna Dr José Ramalho Neto - Neurocirurgião CRM/PB 7703 / RQE 6058
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Septoplastia
09.04.2024
Dr. Emanuel Veras
Septoplastia O septo nasal é uma estrutura composta por cartilagem e por osso a qual separa as duas fossas nasais. Quando essa estrutura não se encontra centralizada, as fossas nasais ficam estreitas e apresentam resistência à passagem do ar. O septo pode desviar para um ou para os dois lados do nariz, assumindo, inclusive, um formato similar a um S. A principal causa de desvio do septo é o trauma nasal, incluindo os pequenos traumas ocorridos durante a infância, os quais, muitas vezes, nem são percebidos. Pacientes que têm desvio de septo costumam ter alguns sintomas, sendo os mais comuns: dificuldades, para respirar, dor de cabeça, dor no rosto, em especial, próximo ao nariz, sangramento nasal recorrente, ronco, apneia do sono, cansaço fora do comum, dificuldade em sentir cheiro e sabor e nariz entupido de forma constante. A principal complicação gerada pelo desvio de septo nasal é a dificuldade de respirar pelo nariz, porém a congestão nasal não é um sintoma exclusivo do desvio de septo, é por isso que outras doenças podem ser confundidas com essa condição, como rinite e sinusite, por exemplo. Entretanto, cada uma dessas doenças tem um tratamento específico. Enquanto as rinites são tratadas clinicamente, o desvio de septo pode requerer cirurgia: a septoplastia. A septoplastia é o procedimento realizado, para corrigir o desvio de septo nasal. Segundo a Associação Americana de Otorrinolaringologia, 80% da população apresenta algum grau de desvio de septo. A cirurgia geralmente é realizada com anestesia geral, e os pacientes ficam internados por um dia, dependendo da evolução pós-operatória. A região abordada é extremamente complexa, com artérias e com veias que irrigam as fossas nasais e os seios paranasais. Além disso, situa-se bem próxima às órbitas e às meninges e possui muitas variações anatômicas. Trata-se de uma cirurgia exploradora, ou seja, é impossível prever exatamente quais alterações serão encontradas, portanto, muitas decisões podem e devem ser tomadas durante a cirurgia. Os pacientes podem ou não necessitar de tampão nasal no pós-operatório. Caso o paciente apresente obstrução nasal, deve procurar o seu otorrinolaringologista para avaliação e possíveis tratamentos. Dr. Emanuel Veras CRM/PB 13022 Otorrinolaringologia
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Imunodeficiência Primária
27.06.2024
Dra. Mayara Madruga
Nosso sistema imunológico tem como funções nos defender de diferentes microrganismos que causam infecções e também tem um papel de vigilância sobre células que causam autoagressão a nossos órgãos e sobre células cancerosas que podem surgir em nosso organismo. Sendo assim, doenças ou medicamentos que afetam o funcionamento do nosso sistema imune, nos deixam com maior predisposição para ter infecções, doenças autoimunes (autoagressão) ou câncer. As imunodeficiências primárias (IDP) ou erros inatos da imunidade (EII) são um grupo de doenças nas quais a principal alteração se encontra no funcionamento do sistema imune. são doenças genéticas e a maioria delas se manifesta nas crianças. No entanto, nem sempre há história da doença na família e, em alguns casos, as manifestações podem surgir na idade adulta. As IDP's são mais de 450 doenças com manifestações diferentes de acordo com o setor do sistema imune acometido. Os sintomas podem ser desde leves até muito graves, com grande risco para a saúde ou mesmo para a vida do paciente. Por conta disso, é muito importante fazer o diagnóstico o mais cedo possível, para evitar sequelas ou mesmo a morte.
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Os tipos de Ptose Palpebral
06.05.2024
Dra. Silvana Rocha
Os tipos de Ptose Palpebral Blefaroptose ou ptose palpebral é a condição em que a margem palpebral, em posição primária do olhar, cobre mais que 2mm do limbo superior. Além de ser um problema estético, a ptose também pode causar restrição do campo visual superior ou oclusão do eixo visual, sendo essa última especialmente grave em crianças, quando pode comprometer o desenvolvimento visual. Classificação da ptose palpebral A ptose palpebral pode ser classificada de acordo com a época do aparecimento, em congênita ou adquirida. Em geral, a ptose congênita é decorrente da distrofia (uma má formação) do músculo levantador da pálpebra superior (MLPS). A ptose adquirida pode ser divida em alguns subtipos: aponeurótica, miogênica, neurogênica, traumática e mecânica. A etiologia aponeurótica é a mais comum e ocorre em idosos, como resultado de alterações no tônus muscular e da desinserção da aponeurose do MLPS de sua inserção no tarso. Ptose Palpebral Dentre as ptoses miogênicas inclui-se a oftalmoplegia externa progressiva, distrofia miotônica, miastenia grave, miopatias mitocondriais. As causas neurológicas abrangem as paralisias do III par craniano, síndrome de Horner, esclerose múltipla, Sd. Guillian-Barré, entre outras. Ptose também pode ser decorrente de iatrogenia ou trauma que lese o músculo levantador da pálpebra superior. Causas mecânicas, como cicatrizes e tumores causam aumento do peso e interferem na motilidade palpebral. Durante a avaliação de um paciente com ptose é necessário avaliar a gravidade da ptose e a função do MLPS, parâmetro que indica, em milímetros, a excursão total da pálpebra superior, a partir do olhar para baixo até o olhar para cima, estando o músculo frontal imobilizado. Outros parâmetros importantes são: a resposta ao teste de fenilefrina, pesquisa de fenômeno de Bell, avaliação da superfície ocular (sensibilidade corneana, filme lacrimal). Tratamento da ptose palpebral O tratamento, quando indicado, é cirúrgico e as técnicas variam de acordo com o tipo e o grau de ptose. Os procedimentos cirúrgicos podem ser divididos em 3 categorias. A primeira envolve suspender a pálpebra a partir do músculo frontal e é muito utilizada nas ptoses congênitas, em que há pobre função do músculo levantador da pálpebra superior. Uma segunda opção é a abordagem cirúrgica via anterior, na qual é realizada uma incisão na pele, através da qual é realizado o avançamento da aponeurose do músculo levantador. O terceiro método envolve a ressecção do músculo de Muller, via posterior, através da conjuntiva, sem fazer cortes na pele. O resultado final será influenciado pelo tipo de ptose, gravidade e função do músculo elevador.
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Microagulhamento Robótico Tecnologia a favor da beleza.
11.07.2022
Dra. Monique de Oliveira Valdek
Esse é um assunto constante nos últimos congressos internacionais, o microagulhamento robótico, um aparelho de radiofrequência microagulhada, é uma evolução do tradicional microagulhamento que antes era feito através do rolinho de agulhas Sua ponteira contém várias microagulhas de ouro, cuja profundidade de penetração na pele é ajustada digitalmente, variando de 0,5 a 3,0 mm, e a quantidade de radiofrequência utilizada também é passível de programação. Como funciona esse aparelho?A Radiofrequência tem a tecnologia 3DEEP, ou seja, o calor é dissipado uniformemente ao redor de toda a agulha otimizando os resultados, essa energia é entregue de forma profunda na derme, reativando a produção natural de colágeno, promovendo melhora de rugas e perceptível lifting e firmeza da pele. Além disso o trauma local pela perfuração da pele também é indutor da produção de colágeno, além de abrir canalículos para penetração de ativos terapêuticos. Como é realizado o procedimento?Primeiramente é realizado uma avaliação completa do local a ser aplicado o procedimento.É aplicado um anestésico tópico na pele do local do procedimento 30 a 45 minutos antes.Escolhe – se a profundidade e nível de radiofrequência que será emitida, e, após isso é realizado o procedimento. Terminado o microagulhamento, na maioria dos casos, faz-se o drug delivery, que é a colocação de ativos específicos conforme a queixa do paciente.A sessão dura entre 30 e 45 minutos, e a quantidade de sessões é variável entre 3 a 4, dependendo de cada tipo de pele. O intervalo entre as sessões varia de 15 a 30 dias. Quais as indicaçõess? • Cicatrizes de Acne• Queimaduras • Estrias• Melasma • Rejuvenescimento • Envelhecimento Cutâneo • Flacidez • Hiperhidrose • Alopecia Como é o pós-procedimento?Os ativos colocados na pele devem ser mantidos por oito horas e depois a pele é lavada com sabonete suave. Deve – se evitar o sol nos primeiros dias e não ir à praia ou piscina por pelo menos sete dias após o procedimento.A técnica, tem um dowtime pequeno, ou seja, o paciente não precisa se afastar das suas atividades habituais. O sangramento é mínimo, já que a radiofrequência reduz o mesmo. No dia seguinte a sessão o paciente já não sente qualquer incomodo.É uma técnica bastante estabelecida na Dermatologia Internacional pela sua eficácia e versatilidade aliada ao baixo desconforto, em João Pessoa já podemos encontrar essa tecnologia com todos seus benefícios para o realce da beleza feminina e masculina.
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